sustentabilidade

Há alguns dias, divulgando uma série de reportagens sobre os dez anos do “11 de Setembro”, perguntei: O que você fazia quando soube dos atentados de 11 de setembro? e recebi algumas respostas marcantes, que registravam o quão impactante este momento foi para todos no mundo. Eu, como Simone Zelner e Aline Dexheimer, amigas com quem “conversei” no Facebook depois do texto da imagem, estava sonhando com um mundo melhor para meus filhos. Nós três fomos mães no ano seguinte, 2002, encarando com fé a realidade de um mundo que mudava de forma definitiva com os acontecimentos em Nova York.

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À meia-noite aqui no Brasil comecei a ver atualizações de amigos nas redes sociais e uma delas indicava este texto de André Sartoreli citando Rosana Hermann sobre a forma como passamos a nos relacionar com as notícias depois dos atentados que o mundo viu ao vivo.

“Eu acho que [a tragédia de 11 de setembro de 2001] foi o primeiro acontecimento em que o mundo inteiro se sentiu em rede. Antigamente, a gente não se sentia nem dono dos fatos, nem conectado a eles. Os fatos não eram nossos. É como se houvesse um muro invisível muito distante entre nós e o fato. Com a internet, a gente começou a ser dono dos meios de produção e publicação. As pessoas passaram a se sentir donas dos fatos.”

Quero crer que mudamos, perdemos a ingenuidade (seja pela mudança na fé no outro, nos fatos que acompanhamos ou mesmo uma visão meio “teoria da conspiração”), mas que esta mudança tenha deixado impregnada na humanidade um desejo de continuar firme e forte a caminhada na direção de um novo tempo, menos inocente, mas não menos sonhador.

Você também tem uma mensagem?
O Twitter da @EmbaixadaEUA convida a homenagearmos as vítimas do 11 de Setembro usando a hashtag #Superação2011. Saiba mais aqui.

P.S. Acabei não contando o que eu fazia no dia. Brincava no playground com meu filho (na época com apenas um ano e três meses) e uma vizinha me avisou do que vira na TV. Entrei e contei pro Gui, que estava pintando nosso escritório de casa e passamos o dia acompanhando tudo, assustados e impactados, mas sem perder a esperança no futuro que estava representado na nossa família (nosso filho) e nosso trabalho (o home office já fazia parte da nossa vida e estava naquele quarto pintado).

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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