Pequenas alegrias da agricultura urbana

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Uma das minhas alegrias mais singelas é encontrar flores novas nos vasos que cultivo no apartamento. Há anos tenho esta mania de “menino do dedo verde”, misturando terra, mexendo em vasinhos, tentando aproveitar as folhas caídas para criar novas mudas.

Creio que foi vendo meu pai, que é praticamente um Tistu (lembram-se do livro de Maurice Druon?), que comecei a gostar das atividades e do resultado da agricultura urbana. Moramos por anos em uma casa toda “calçada”, sem espaço para plantar, até que, quando eu tinha 10 anos, nos mudamos para uma casa com horta formada em Pato Branco, PR. Ver crescer cenourinhas, alface e até feijão na hortinha caseira me animou, mas dois anos depois nos mudamos para um apartamento em Curitiba, desta vez sem meu pai, já só com minha mãe.

Foi aí que comecei a cultivar violetas em vasos. Delas vieram outras espécies e até hoje, onde estiver, trago uns vasinhos para me fazer companhia.

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Estas duas flores não são de casa, são da varanda do escritório. No apartamento onde moramos não tem varanda e tenho compensado a falta dela na @otagaissama!

E chega de papo porque o sábado está lindo e vou ver umas mudas novas para a horta de temperos da janela da cozinha. Depois conto mais para vocês das espécies que tentaremos fazer pegar neste inverno ameno paulistano.

Beijos e bom sábado, queridos!

P.S. Tem mais posts sobre agricultura urbana aqui.

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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