Pediatra explica o que mito e o que é verdade no cuidado da febre infantil

Nesta semana duas amigas virtuais estão com os filhos vivenciando situação de febre alta como eu vivi com #aos8 há poucas semanas. Duas situações bem diversas: uma, como no caso do meu caçula, não manifestou outros sintomas agravantes, enquanto que o outro, um bebê de um aninho, teve o diagnóstico de meningite.

Nas duas situações pesou muito o cuidado das mães com o sinalizador de que algo estava errado: a febre. Daí lembrei deste vídeo que vi há alguns dias e que começava a desmistificar esta preocupação constante dos pais e que pode ser um bom “guia” da saúde da criança.

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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