cidadania

Vi a matéria num tuite do @transitogentil e adorei conhecer o blog das Pedalinas – Coletivo Feminino de Ciclistas. Já fiz tanto isso, até andar de bicicleta com roupa social (saia, salto) para ir ao trabalho no Japão – e é verdade, dá certo e a gente não sua mais do que apertada no ônibus não viu? E ainda fica sem “encostar” no suor alheio!

Quer saber mais? Elas se apresentam assim:

“Pedalinas é um grupo de garotas que pegaram suas bicicletas e sairam pelas ruas de São Paulo. Seja para ir ao trabalho, à escola, ao lazer ou a qualquer lugar, todas possuem histórias e experiências para contar e compartilhar sobre a bicicleta.

Notamos que a quantidade de homens ainda é dominante nos pedais, e, ao nos questionarmos sobre as razões disso, sentimos a necessidade de criarmos esse grupo e fazer uma análise sobre a cidade, as mulheres e as bicicletas com um meio de transporte saudável, sustentável, econômico e que ainda encnotra dificuldades para ocupar seu espaço,  tanto por falta de políticas públicas, quanto pela antiga crença, existente até hoje, que automóvel é status de sucesso e o meio mais confortável de se locomover. A bicicleta nos proporciona um olhar mais rico e atencioso pela cidade, autonomia, convivência saudável, mobilidade mais rápida e flexível, simpatia, fortalecimento, meditação, etc.

Ser “Pedalina” é mostrar que nem ser mulher e nem andar de bicicleta são sinônimos de fragilidade, é mostrar que há diferenças e precisamos saber lidar com elas, conhecendo, respeitando e  integrando. Estamos dispostas a fazer algo diferente pela cidade e por nós mesmas, ajudando no que sabemos e procurando sempre novas informações, estratégias, agregando pessoas, enfim, recordando e disseminando o quão bom é pedalar!”

E as @pedalinas tem um encontro leve e divertido exclusivo de meninas, todo primeiro sábado do mês em SP, na Pça do Cicilista , a partir das 14h30.

P.S. E se você quer saber mais, li no blog da @smiletic que o programa de TV Tamanho único mostra como usar a bicicleta e manter o estilo. É tendência né?

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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