Patrulha

Li três posts hoje que falam de patrulha. Comecei com a patrulha ideológica, numa reflexão sobre a liberdade de pensar e opinar, direito omitido de uma geração (da Ditadura) e ainda hoje veladamente tosado em algumas instituições de ensino. O autor, um professor, fala para seus pares em Diversidade, sala de aula e patrulhamento ideológico.

A segunda patrulha é uma sugestão para todos, como consumidores. Li no Sindrome de Estocolmo sobre um relatório publicado no Observer que denunciou o uso, não só de trabalho infantil, mas trabalho infantil escravo, na Índia, pela GAP. Sou mais voltada ao artesanal e local, então posso falar com certo orgulho que nunca comprei nada de lá.

A terceira eu descobri como sendo patrulha feminina. Meu pai e seus amigos, nascidos na segunda guerra mundial, falam uns para os outros quando o celular toca: “é a polícia”, quer dizer, a esposa. Visão risível, mas foi a que me fez relacionar o blog que cito a seguir à idéia de patrulha. É, ao contrário, um papo descontraído e excelente no Mulher de Blogueiro. Lá eu soube que dia 01/11 é Dia do Homem, ainda bem que prestei minhas homenagens aos meus amores naquele dia sem saber.

(A idéia do blog me fez pensar no que Gui falaria se tivesse um blog marido de blogueira… bom, se ele tivesse um blog, certamente seria sobre futebol! risos)

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.