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Hoje vou conhecer em primeira mão a KidZania, um parque temático para crianças que funciona simulando uma mini cidade na qual crianças podem desempenhar mais de 60 profissões, em um ambiente realista que simula a vida real dos adultos.

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Lá, elas têm acesso a diversos serviços, mas para desfrutá-los precisam trabalhar para ganhar kidZos, a moeda oficial da cidade. A KidZania é composta por réplicas dos estabelecimentos mais representativos de uma cidade, como: Hospital, Quartel de Bombeiros, Delegacia de Policia, Rádio, Televisão, Supermercado, Teatro, Discoteca, Salão de Beleza, Pista de Fórmula 1, Zonas Industriais, Estádio e Pizzaria, entre outros.

Quando ouvi falar do espaço, lembrei imediatamente do Museo de los Niños (no Shopping Abasto) em Buenos Aires. Foi um dos pontos altos da viagem que fizemos para Argentina com os 3 filhotes (a primeira internacional de Manuela, então com 7 meses) e nos deixou com rostinho de quero mais. Mas o espaço portenho era infantil mesmo, apesar de muito interativo e de reproduzir uma cidade de fato, percebia-se que era para crianças bem pequenas – meu filho do meio, Giorgio, então com 11 anos e pouco mais de 1,40m, mal cabia nos espaços para brincar de trabalhar.

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Pelo que vi nos vídeos do Kidzania, a idade de brincar se ampliou. Quero ver como meu filho mais velho, atualmente com 14 anos, vai reagir ao local que promete atender de 4 a 16 anos, pois no Museo de los Niños ele (então com 13 anos) não quis nem entrar! Já para Giorgio, que é um menino super brincalhão e ainda se apresenta como criança (aos 12 anos, nada de “pré-adolescente”, é criança mesmo), tenho certeza de que se tornará um dos lugares favoritos!

Há rumores (da Vejinha) de que o parque será inaugurado no dia 20/12/2014, mas ainda não é oficial. O certo é o que veremos nesta primeira visita, que levará ao local um seleto grupo de influenciadores digitais para participar de um “fun tour”, com a presença de diretores, coordenadores, orientadores e professores das principais escolas particulares de São Paulo, que falarão sobre o conceito de “edutenimento”, ou seja, de aprender brincando.

“O jogo do faz de conta é intemporal e na KidZania esta experiência é complementada pela grande vertente educativa e formativa inerente ao conceito do parque. A KidZania pretende ser um lugar de transmissão de valores e conhecimentos, de forma a estimular nas crianças comportamentos de cidadania, respeito pelo meio ambiente e a aprendizagem das vivências em sociedade. A partir da experiência vivida desenvolvem aprendizagens aplicáveis na sua vida escolar, familiar e social.”

  • Tamanho: o Kidzania brasileiro tem capacidade para 800 mil visitantes por ano e ocupa uma área de 8 500 metros quadrados no segundo subsolo do Eldorado.
  • Como funciona: quando entra na cidade fictícia composta por ruas, quarteirões, edifícios e casas, cada criança recebe um valor em KidZos, espécie de moeda do parque. Assim, todos podem usar os diferentes serviços e brincar de vida real, com operações financeiras nos bancos, consumo em lojas e restaurantes e serviços. Segundo informam, o programa pode incluir uma sessão no cabelereiro, uma oficina para aprender a criar hambúrguer em um restaurante, a criação de uma banda em um estúdio profissional, aulas de pilotagem de avião e até a simulação de um resgate de “vítimas” de um prédio em chamas, com direito a cobertura jornalística.
  • Preços:  ainda não é oficial, mas valor estimado do ingresso deve ser equivalente a um parque de diversões legal (tipo Hopi Hari ou Beto Carrero), com permanência de cinco horas em um dos turnos, entre 9h e 14h ou das 15h às 20h.
  • Investimento: criada em 1999, a rede mexicana KidZania está presente em mais de treze países como Chile, Japão, Portugal, Egito e Turquia. O investimento do projeto no Brasil já passa da casa dos 42 milhões de reais.

 

Quer saber mais sobre os outros espaços? Adriana Pasello, do blog Diario de Viagem, foi no Kidzania Chile. E no The Guardian (em inglês) tem um review legal do parque japonês.

[update] Veja as fotos da visita:

Estivemos com as crianças na inauguração do parque no dia 20/12/2014 e aprovamos o famoso modelo internacional que recria uma cidade para as crianças aprenderem cidadania e testarem habilidades profissionais brincando. Ter uma verba para administrar, poder ampliar este valor ao ser remunerado pelo trabalho, ampliar o salário-hora por fazer faculdade e ser convidado a investir o dinheiro são apenas algumas das experiências excelentes que me surpreenderam muito positivamente. Meu filho #aos12 trabalhou tanto (se divertindo como cirurgião, policial forense C.S.I., entregador, radialista, músico profissional) e multiplicou tanto os ganhos que gastou muito, mas também trouxe “lidos” de volta para casa, esperando pela próxima vez em que for lá para brincar! Nota dez com louvor em Educação Financeira!

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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