Parabéns aos Coxas

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Prestei homenagem aos meus amores sãopaulinos e hoje senti vontade de parabenizar alguns amigos do Coritiba que eu respeito e admiro como torcedores. Apesar de eu ser paranista, como contei em Futebol do Coração, tenho simpatia pelo Coxa. Quando mudei do interior para a capital, morava perto do Couto Pereira e o time acabara de ganhar o histórico campeonato de 1985. Gui, que mudou na mesma época para Curitiba (coisas do destino, né? risos), ainda lembra dos jogos em que foi neste campeonato. Acho que se não fosse de uma família sãopaulina há gerações, ele teria se afeiçoado mais ao Coxa.

Comecei a admirar -e a notar- a torcida do Coxa no Cefet-PR, pois meu amigo Cláudio, mesmo execrado pelos colegas, acompanhava tudo pelo radinho, roendo as unhas e se mantendo fiel ao seu time do coração. Ele foi recompensando e aposto que neste feriado sua filhinha Larissa esteve vestida de verde e branco! Meu cunhado Ju, filho de atleticano (o CAP é o maior rival do Coxa) mas sobrinho de coxas, é outro exemplo. Morando no Rio, não perdia uma oportunidade de ver os jogos do seu time na segunda divisão e na última vez que nos vimos em Curitiba, há pouco mais de um mês, ele voltou do jogo feliz como criança, só pela oportunidade de ter ido ao Couto. Claro que meu sobrinho, que nasce em janeiro no Rio, vai sofrer uma luta familiar porque minha irmã é sãopaulina doente. E, sei por mim, contra o São Paulo não tem jeito. Aqui em casa, para me agradar, Enzo diz: “Mamãe, não fique triste, entre os pequenos o seu time é o maior” (piada por conta do “Dentre os grandes, és o o primeiro” do hino do SPFC). Merece parabéns também meu primo Dedé, mas não homenagem, porque ele, como o atleticano do meu irmão, só me provocam neste quesito. 🙁 Bem, já deu para imaginar os churrascos de domingo que temos em Curitiba, né?

Curiosidade: nunca fui ao Couto para ver jogos. Mas estive lá para entrevistar Marco Aurélio Cunha, atualmente o superintendente de futebol do SPFC, mas parte da equipe do Coxa em 1996. Meu trabalho de graduação foi sobre doenças ocupacionais (não fui eu quem escolheu o tema, fui chamada para uma equipe, mas aprendi bastante… e até hoje rio quando vejo matérias de saúde no Globo Repórter porque nosso professor, José Wille, nos disse que falar de doença não era jornalismo!). E um jogador do Coxa estava se recuperando há meses, com um apoio incrível do time. Interessante é que Marco Aurélio tinha vindo há pouco tempo do futebol japonês e alguns conselhos dele foram a gota d’água para eu decidir ir para lá.

P.S. Na blogosfera conheço virtualmente, de leitura no blog e troca de comentários, o Fábio Mayer, coxa-branca assumidíssimo. Hoje ele contou sua versão da vitória, com belas fotos. Quando vimos o resultado, eu comentei com o Gui do blog dele e mandei um parabéns. 🙂 E para finalizar, beijos para o pequeno Gábi, da Simone.

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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