mãe

… você pode chamar a babá, a avó, a mãe, o pediatra. Ou simplesmente aprender. Meu marido preferiu a última opção e, junto comigo, fez um curso de gestantes quando eu engravidei do Enzo. Lá se vão nove anos deste curso e mais de quatro anos que nós dois não trocamos fraldas dos nossos filhos, mas sabe que nós sempre nos pegamos dando conselhos sobre o assunto?

E o principal, quando temos algum casal amigo “grávido”, é que o pai tem que cuidar do bebê junto com a mãe. Um casal que amamos – daqueles que apadrinhamos e nos apadrinharam no casamento, sabem? – nos ensinou que quem troca fralda de noite é o pai. Tenho uma gratidão imensa por este ensinamento porque não só me permitiu continuar tendo boas noites de sono, quanto garantiu um vínculo indelével entre Gui e os meninos.

Mas sabem, no fundo, trocar fraldas não é tão fácil assim. São tantas dobrinhas, naquela pele tão delicada, um aparelho reprodutor que tem 50% de chances de ser bem diferente do seu! Vale o bom senso. E o cuidado com a higiene, neste caso, nunca é demais. Para os novos pais que querem ser participativos – e para os novos tios, tias, avós destreinados e pais de filhos do mesmo sexo que agora vão ter novos bebês- deixo a dica de um site, do novo Hipoglós Amêndoas (é sim, aquela pomada super tradicional que evita assaduras) que conheci e que ensina até a trocar fraldas. E, para completar, ensina a fazê-lo tanto em meninas quanto em meninos!

(Eu não tinha noção de como era diferente até a sobrinha do Gui, que é nossa afilhada, nascer. Giorgio tinha cinco meses na época e trocamos muitas fraldas ao mesmo tempo… como os meninos dão menos trabalho nisso! São menos propensos a assaduras, mas precisam dos mesmos cuidados porque podem ser acometidos e sofrem muito porque seus genitais são mais expostos.)

Outra coisa que os pais podem aproveitar no site é o fato de ser uma rede social. Trocar idéias e informações com outros pais – mais ou menos experientes, pouco importa, pois sempre temos o que contar e o que aprender neste assunto – alivia muito a tensão de quem testá cuidando de um bebê. E corujar também é ótimo, não? Eu ainda corujo muito, através das fotos, meus filhotes que já são uns mocinhos de 6 e 9 anos, mas nada se compara à insanidade que vivemos quando temos bebês. Haja foto! Eu não resisti e subi fotos dos meninos no site do Hipoglós Amêndoas e o mais legal é poder compartilhar com outros pais tão – ou mais – corujas como eu. (Detalhe bem legal: as fotos passam por aprovação prévia, o que garante que conteúdo inadequado não seja enviado!)

Atualmente eu vejo sites assim com olhar profissional, pensando nas informações que oferecem, mas eu sei como eles podem ser importantes aliados para os pais em momentos de necessidade dos filhos. 😉

P.S. Soube que tem um espaço no qual os bebês podem brincar com o teclado do computador e interagir à sua maneira. Vou aguardar que minha irmã Tiffany teste com o C.J. para eu saber como foi! 😉

Este post é publieditorial.

artigopatrocinado

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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