entretenimento / mãe
[update] Demorou, mas a gente conseguiu escolher um ganhador entre os comentaristas para ganhar os dois livros do @diariogravido. A escolha foi do Kaufmann e o ganhador é o Daniel Benetti.

“O Daniel é o merecido ganhador do livro.
Além de ser um pai deveras participativo, ele entendeu como as coisas funcionam na casa, tanto na dele quanto na do cachorro, e entre estar certo e ser feliz, ele escolheu certo, digo, feliz.
Parabéns Daniel. Ou não!”
@diariogravido

E o comentário dizia:

“Sou pai há 6 meses.
Minha mulher também não me deixa dar banho no pequeno. Eu bem que tentei, mas não fui muito bem sucedido, e ela logo assumiu o posto.
Mas coisas simples, como trocar fralda, vestir (quem disse que isso é simples?) e dar papinha (isso é simples? Onde?) ela deixa. Na verdade, ela manda eu fazer, e eu obedeço. Se eu quiser dormir na cama de casal com ela, e não no sofá ou cama de hóspedes com a cachorra.
Aliás, quando participo de alguma promoção, devo usar o e-mail dela, senão eu perco o que tiver que confirmar no meu e-mail. Será por esse poder de distração que ela não permite que eu fique sozinho com o bebê?
De qualquer forma, sou pai pra toda obra. Não tenho mais podido levar o Diogo à pediatra (levei nas três primeiras consultas), mas assisti às ultrassonografias, fui às consultas pré-natal e conversei com a barriga (era pelo umbigo que eu deveria falar, né?). Hoje, se o pequeno chora, no meu colo logo e acalma. E até Sling aceitei usar para me dar melhor com o bebê.
Faço minha parte, espero que o Diogo lembre disso quando crescer. Ou não.”

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” A fase da gravidez dura só nove meses, mas a fase seguinte dura o resto da vida. A gravidez introduz você à escola da paternidade, mas o parto, longe de ser uma conclusão, é só o começo.”
Renato Kaufmann (@diariogravido) em Como nascem os pais

Desde que conheci Kaufmann no trabalho (como redator e pai ele foi um dos pensadores da ação de Pritt, da qual fui Madrinha) eu tive uma impressão de que o conhecia… seria a aparência de cover de Wolverine e Nasi? Conversa vai, conversa vem, acabei descobrindo que ele tem um pé em Curitiba. Ainda não sei de onde nos conhecemos, mas, seja de onde for, a verdade é que sempre ouço falar (e nosso amigo em comum @edmarbulla é quem mais diz isso) que somos parecidos em nossas diferenças.

Será que o Kaufmann é o pai que eu seria? Eu estou descobrindo se é mesmo ao ler seus dois livros, resultantes do blog Diário Grávido, e que conta as agruras de ser “um cidadão de segunda categoria durante a gravidez” e “um marido de terceira depois“… como nas conversas ao vivo com ele, nas quais eu e Gui sempre rimos muito e não vemos o tempo passar, a leitura é das melhores.

Ficou curioso?

"As capas dos dois livros, ambas com ilustrações incríveis do também paizão @souzacampus - que, segundo a esposa, talvez seja um dos nossos pais convidados na semana que vem"

Daqui a poucos dias acontece o lançamento oficial do segundo livro – Como nascem os pais – que já está à venda, mas terá noite de autógrafos com direito a vinho para os pais e brincadeira para as crianças no dia 10/08 na Livraria da Vila da Fradique Coutinho, a partir das 19h30. Mais detalhes (e confirmação de presença) aqui.

E para quem comentar neste post, concordando ou criticando, mas em especial contando da sua história como pai, tem um presentinho do autor: um exemplar de Diário de um grávido e outro de Como nascem os pais.

😀

A promoção rola até o dia do lançamento, 10/08, tá?

(e sei que eu esqueço dos prazos, podem me cobrar no dia 11 de manhã)

“Pai é um cidadão de segunda categoria durante a gravidez. E depois que o bebê nasce que ele passa a ser um marido de terceira. Na maternidade, se não fosse a pulseirinha azul, seríamos invisíveis. Pô, sabiam que a gente participa do processo? Ao menos da concepção. Ou assim gostamos de acreditar.

Pra ser pai a gente tem que participar nem que seja na base da porrada. Vou levar minha filha no médico”, você diz no trabalho, e te olham com cara de “ela não tem mãe não?” Eu não consegui dar banho na primeira semana, a mãe da pequena queria todos os banhos só pra ela. Ou é o que ela dizia, acho que tinha medo que eu derrubasse o bebê. E bebê ensaboado e sabonete na prisão, já viu, derrubou tá ferrado.

Por essas e outras comecei a contar como era a gravidez do ponto de vista masculino, primeiro no blog www.diariogravido.com.br e depois no livro Diário de um grávido. Quando a Lucia nasceu, comecei a falar da paternidade, também no blog e agora no meu novo livro, Como nascem os pais.

Tem também a fan page e o twitter @diariogravido.

De vez em quando aparecem respostas a perguntas que ninguém fez, como De onde vieram os alemães.

O lançamento do livro é dia 10, na Livraria da Vila da Fradique Coutinho, a partir das 19h30. Quem quiser aparecer é muito bem vindo. Mais detalhes aqui.

E, claro, Pais de Todo Mundo, Zumbi-Vos!”

Renato Kaufmann (@diariogravido e @neural_noise) é pai da Lucia e padrasto da Maria. Gosta de escrever livros mas trabalha porque, segundo dizem, crianças precisam de alimento. É mestre em comunicações interativas pela New York University, redator na R/GA e jornalista nas horas vagas, mas faz tempo que não tem horas vagas, suspeitando que sejam lenda.

P.S. Quer ter um gostinho da leitura? A revista Pais & Filhos publicou na íntegra o texto de introdução. Não tem como não se encantar, rir e se identificar com o texto que tem tiradas como esta, que, como este especial dos pais no @avidaquer, faz a gente rever muitos conceitos sobre o papel do pai!

“A vida no hospital é dura para o pai, este ser desimportante, você só ganha uma pulseira azul, um sofá desconfortável e um amassado no rosto de tanto ficar com a cara colada no vidro. Mas é preciso aproveitar bem o hospital, porque depois que você vai pra casa a vida é bem mais difícil.”

[update] Leia todos os posts do especial de pais blogueiros:

A vida de Pãe me fez um homem muito mais feliz (por @rodrigostoledo)

Quando um dia qualquer se tornou o Dia dos Pais (por @paicronico)

Como nascem os pais – Crônicas de um pai despreparado (por @diariogravido)

Ué, papai também usa avental! (por @cristianoweb)

O pãe que o diabo tentou amassar (por @rafanoris)

O parto do Padawan em livetweeting (por @nerdpai)

10 coisas que mudei depois que virei pai (por @hdiener)

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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