#outubrorosa em abril: gravidez depois do câncer de mama, faz bem ou faz mal à saúde?

Ontem me emocionei ao ver no Fantástico uma reportagem sobre gravidez de mulheres que venceram ao câncer de mama. A ideia de que uma mulher poderia ser aconselhada a não ter filhos depois de vencer uma doença assim nunca tinha me passado pela cabeça, mas, pelo que notei, este assunto é mais ou menos novo para todos na nossa sociedade.

Como Sônia Bridge lembrou, até 20 anos atrás, um caso de câncer de mama em uma mulher jovem era extremamente raro. Além disso, as mulheres tinham filhos mais cedo, por volta dos 20 anos. Hoje, as mulheres escolhem esperar para ter filhos, depois dos 30, e doença está aparecendo cada vez mais cedo – e entre 10% e 15% de todos os casos de câncer de mama no Brasil são na faixa dos 30 anos de idade. Sinal de nos cuidar não é uma opção e sim uma responsabilidade com nossa própria vida  – e a escolha de ter (ou não) filhos é um direito individual.

Você pode gostar também de ler:
The following two tabs change content below.
Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

Comentários no Facebook