Os motivos para evitar o wi-fi público

Num debate sobre wi-fi público em cafés, hoteis e viagens eu me peguei defendendo uma teoria que há alguns anos ouvi de Alexandre Fugita (@fugita) sobre o risco de perdermos dados com as redes abertas. Em 2008, quando eu usava meu primeiro smartphone (que nem era 3G, rede que era uma novidade para poucos) e eu pedi sua ajuda para configurar o wi-fi num encontro de blogueiros, ele me sugeriu que eu evitasse as redes públicas e optasse por um plano de dados. Desde então tenho migrado para os dados mais seguros e cada vez mais eu me deparo com evidências de que ele estava certo.

Hoje tenho um plano muito bom e mesmo quando viajo prefiro optar pela compra de dados do que usar redes abertas. E por quê?

Carregamos conosco um grande volume de dados potencialmente confidenciais por onde vamos. Atualmente, com os smartphones e tablets, eles seguem com a gente por toda parte e quando conferimos, na mesa do bar ou na fila do cinema, se “aquele e-mail” de trabalho chegou, estamos acessando dados confidenciais do nosso trabalho.

Claro que eu olho mil coisas nos dispositivos móveis, mas não a minha conta corporativa, tampouco documentos sigilosos de clientes (ou pessoais).

E você, usa bem o wi-fi público sem receio ou é da turma dos ressabiados como eu? Conte aí!

P.S. E para quem quer saber mais sobre o assunto, escrevi sobre os riscos do wi-fi aberto aqui.

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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