a vida quer


Giorgio acaba de ver na revista Época desta semana uma foto do Ronald McDonald e me chamou animado. Ele adora o Ronald desde que o palhaço foi à escola dele, claro, como eles insistem em dizer, não para vender lanches, mas para animar as crianças.
Eu aproveitei para explicar para ele que a notícia conta que o Ministro da Saúde, José Gomes Temporão, pretende proibir a venda de lanches casada com brindes de brinquedos.
Meu filho comentou:
– Ah, mas isto é ruim para criança, né?
– É, mas é bom para saúde! Respondi.

– Está certo, mamãe!
Ah, que boa esta fase em que nossa opinião ainda pesa tanto. E é justamente nesta fase que acredito que temos que ensinar que sobre a sociedade, como no caso dos fast foods e dos “brindes” que não são presentes, mas sim compras relativamente caras que fazemos. Como pais temos que ter firme em nós esta mesma crença, para podermos convencer as crianças. Aqui em casa não comemos fast food com frequência, temos uma regra de ir a uma destas lanchonetes apenas uma vez por mês, mas mesmo assim temos uma enorme coleção de brinquedos do Mclanche, do Giraffas, Habibs, Kinder Ovo…
Deixo aqui a pergunta, como vocês, pais, fazem para controlar a corrida pelos lanches e seus brindes? Proíbem, limitam ou comem juntos numa boa?
A propósito de Criança e Consumo, como comentei em 04/04, há um site interessante sobre o tema que pode ser acessado aqui. O mesmo site participou da promoção do livro Crianças no Consumo – a infância roubada. Agradeço a dica da Glaúcia Paschoaleto Araújo, mãe do Mateus e da Julia, e comentarista dos textos do Desabafo.

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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