Orkut (Facebook) como fonte jornalística

[rascunho de 2008, mas vejam que discussão atual… basta mudar orkut para facebook e voilà!]

Ontem o caso me veio à mente com o vazamento de uma discussão de um grupo fechado da internet. Faço parte de alguns e sei que nestes grupos, como nas comunidades do orkut, as pessoas falam o que querem, considerando que não serão vigiadas e delatadas pelo google em mecanismos de busca. Esta garantia de anonimato está se perdendo no Brasil por culpa dos jornalistas, que usam indiscriminadamente o orkut como fonte para reportagens (quem nunca ouviu na TV alguma matéria que falava “no seu perfil de um site de relacionamentos”) e por conta dos fakes que viralizam idéias, produtos e notícias.

Sou moderadora de algumas comunidades no orkut e confesso que perco muito tempo verificando quem quer entrar na comunidade e excluindo fakes que postam indevidamente nos foruns da comunidade. Não estou sugerindo que deixemos de divulgar no orkut, mas que o tema tenha relação mínima com as discussões do fórum e que seja dito por você mesmo, seu perfil mais real possível. Navegando encontrei uma idéia interessante na womma, uma associação de Marketing boca-a-boca que se propõe colocar algumas boas práticas e limites éticos para esse tipo de comunicação.

#ficaadica

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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