cultura web

“O Twitter não cumpre apenas a função de transmitir informação, mas é também de passar sensações e funciona”.
Mario Táscon

Hoje teve a segunda edição do workshop Bites de Twitter Corporativo. Manoel Fernandes apresentou alguns números muito interessantes do Twitter no Brasil. Já é possível ver um censo do microblog em nosso país e ele impressiona!

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Dados demográficos mostram que os homens ainda são maioria e que os usuários estão na faixa etária de 19 a 30 anos. Paulistanos ganham dos cariocas, representando quase 40% contra 16%.

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E lembram-se dos aplicativos que eu já comentei aqui? Pois tem até um levantamento deles:

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(Interessante porque o censo está aberto e é possível responder aqui)

Sempre me faz bem pensar em como empresas e profissionais compreendem o microblog e seu fenômeno como algo que vai além “do exibicionismo e da falta do que fazer”, como já ouvi várias pessoas falarem.

Felizmente cada vez menos raras são as vezes em que escuto (ou leio, como neste caso que citarei) pessoas influentes refletindo o microblog exatamente no sentido oposto. Ao lançar um novo portal integrado às ferramentas da web, o ex-diretor de conteúdo digital do El País, Mario Táscon, falava sobre o rompimento das barreiras de inovação. Na entrevista ao Link, ele comentou

“O caso do Twitter é um exemplo (de barreira de inovação). É complicado convencer uma empresa tradicional que o Twitter é uma fonte de informação. É complexo explicar que se pode ver no Twitter comentários sobre política nacional.”
“O Twitter é uma ferramenta muito nova para descrevê-la corretamente. Ainda precisamos de tempo para entender o que ele é. Mas é evidente que, para o jornalismo convencional, o Twitter tem sido uma grande ferramenta.”

Aqui no Brasil começamos a ver algumas mudanças no cenário que me surpreendem e, ao mesmo tempo, assustam. Hoje li que deputados e senadores devem incluir na Lei Eleitoral que regulamentará o pleito do ano que vem a possibilidade de uso de blogs, Twitter, YouTube e Orkut. Eles tentam seguir a tendência criada na campanha de Barack Obama, que no ano passado explorou ao máximo recursos oferecidos pela internet e para isso recuarão na resolução que em 2008 limitou a campanha municipal ao site oficial do candidato – que teve que sair do ar após as eleições.

E para quem acha que os parlamentares estão errados, vale a pena ver como o “boca-a-boca” na web tem tido efeito signiticativo para as marcas. Vi dados sobre um estudo da E.Life (empresa que monitora a menção de marcas em redes sociais online), realizada entre 06/05 e 02/06 analisando 36.777 tweets. Veja as marcas mais citadas abaixo e saiba mais aqui.

Para quem quer estar entre estas marcas ou quer ser um profissional relevante para elas, vale a pena, sem dúvida, se render ao Twitter. 😉

P.S. Uma frase marcante e bastante retuitada que Manoel Fernandes falou hoje na #oficinabites: “Saber usar o Twitter não é só ter mtos seguidores e RTs. O que vale é saber usar os recursos certos para atingir seus objetivos”

Em tempo: na próxima semana a Bites promove a  2ª edição do Conexão Bites com estudos de caso do O uso corporativo da web 2.0 e o MdeMulher abre o evento falando sobre o uso de conteúdo de blogueiros externos no portal. 😉

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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