A história de O Regresso é real – e lembra algumas séries boas!

E 2019 começou com O Regresso. Tenho uma impaciência com filmes muito aclamados e com a mania do “Leo” de provar que não é só um rostinho bonito. Mas acompanhei meu marido e gostei!
Impressionantes a paisagem e o fato da história ser baseada num personagem real!

Segundo li, Hugh Glass nasceu nos Estados Unidos, aparentemente, na Pensilvânia, em 1780. Pouco se sabe sobre a sua infância e juventude, mas rumores dizem que foi pirata, jogador, marinheiro e até mesmo que se uniu aos índios Pawnee, na região que atualmente corresponde a Dakota do Sul, nos Estados Unidos. Em 1823, Glass ingressou no grupo “os cem de Ashley“, uma expedição de homens recrutados em anúncios em jornais nacionais, onde o general William Henry Ashley e seu sócio Andrew Henry pretendiam recolher o máximo de peles de animais para depois comercializá-las. Durante a expedição, os homens de Ashley sofreram numerosos ataques de índios, como os Arikaras. Glass mostrava-se sempre confiante e dominante no grupo, indicando que, além de conhecer muito bem o território por onde se moviam, era capaz de enfrentar grandes perigos sem hesitar.

Os jornais da época espalharam a história do sobrevivente, uma vez que se tornou conhecido. Em 1922 foi publicado um artigo narrando a viagem de Glass, olha só:

No filme, após ser atacado por um urso, o caçador Hugh Glass é abandonado na floresta por seu companheiro John Fitzgerald. Apesar de muito ferido, Glass consegue sobreviver e vai em busca de vingança.


Tom Hardy está bom, como em Peaky Blinders, “enfeiado” e sem escrúpulos, e o menino do Crônicas de Narnia e Maze Runner está o mesmo de sempre, o que cabe muito bem no papel.

 

Ah, o pano de fundo lembra muito Frontier e um pouco a nova fase de Outlander.

 

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Há uns dias indiquei aqui #peakyblinders (volte algumas fotos para ver) e hoje trago mais três motivos para ver a série da #shelbyfamily na #birmingham dos #anos20. Na quarta temporada, além das participações especiais de #tomhardy (sim, o #venom), #aidangillen (oi, Mindinho, do #gameofthrones), o sempre ótimo #adrienbrody interpreta um mafioso nova-iorquino. E as músicas continuam ótimas! 🎚🎛📻 Baseada nas façanhas e peripécias da gangue Peaky Blinders, localizada em #Birmingham, na Inglaterra, durante as consequências da Primeira Guerra Mundial. A cidade é um dos pontos centrais da série e merece observação. Segunda maior cidade da Inglaterra e do Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte, fica atrás apenas da capital Londres. Ah, Birmingham foi berço de algumas das bandas mais influentes de #heavymetal, como #BlackSabbath e #JudasPriest, e também de bandas de rock como #DuranDuran e #TheMoodyBlues. Por isso, a trilha sonora da série tem muito #rocknroll 😉 #sinopse: Peaky Blinders: Sangue, Apostas e Navalhas. “Uma notória gangue da Inglaterra de 1919 é liderada pelo cruel Tommy Shelby, um criminoso disposto a subir na vida a qualquer preço.” (4 temporadas disponíveis na #netflix) #cultura #educacao #impactosocial #agentenaoquersocomida #avidaquer

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Leia nossos posts sobre os filmes citados:

Frontier:

Dica de série: Frontier (e um pouco das Primeiras Nações do Canadá)

 

Maze Runner:

6 coisas que você precisa lembrar antes de assistir o novo filme de Maze Runner

Outlander:

Dica de série (romântica): Outlander

 

Crônicas de Narnia:

As Crônicas de Nárnia – Viagem do Peregrino da Alvorada #recomendo

 

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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