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“O Comunique-se lançou a pergunta no Twitter: “O que você diria no Twitter se não fosse jornalista?” e recebeu algumas respostas por e-mail. De acordo com os jornalistas, a grande vontade contida é a de criticar políticos. Apesar das polêmicas, os profissionais ressaltaram que o microblog é uma boa ferramenta para os jornalistas.”

Outro dia respondi a uma pergunta feita pela repórter Izabela Vasconcelos, do Comunique-se, que questionava quais as amarras que temos no Twitter por sermos jornalistas.

Você já pensou em soltar o verbo no Twitter, mas se arrependeu e voltou atrás? Após a divulgação de seis demissões por comentários no microblog, profissionais de várias áreas, principalmente jornalistas, que convivem com o dilema da imparcialidade, passaram a agir com mais cautela nas redes sociais.

Para evitar constrangimentos e demissões, alguns veículos já criaram regras para o uso do microblog, como Folha de S. Paulo, Rede Globo, Reuters, ESPN, Bloomberg, Associated Press, Wall Street Journal, The Washigton Post e The New York Times.

No ano passado, o diretor da Locaweb, Alex Glikas, foi demitido após ironizar o São Paulo Futebol Clube, time patrocinado pela empresa em que trabalhava. No mesmo ano, o Grupo Abril demitiu o editor da revista National Geographic, Felipe Milanez, depois que o jornalista criticou uma matéria da revista Veja, em seu perfil no Twitter. A editora de noticiário do Oriente Médio da CNN, Octavia Nasr, também foi dispensada por postar uma mensagem no Twitter na qual manifestava “respeito” por um ex-dirigente do Hezbollah. O ano encerrou com a demissão da estudante de Direito Mayara Petruso, que ofendeu nordestinos em seu perfil e foi dispensada de seu estágio no escritório de advocacia Peixoto e Cury Advogados. Além do recente caso de uma funcionária do STF, que questionou, pelo twitter oficial do órgão, quando José Sarney iria “pendurar as chuteiras”.

O que você tem, ou já teve, vontade de falar e se conteve por questões profissionais?

E você? Fala tudo o que pensa no Twitter?

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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