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Piangers me representa.


Eu, que tive babá dormindo no meu quarto desde minhas primeiras cólicas de bebê até as cólicas de mocinha, vi meus pais perderem muito. Tivemos empregada morando em casa de segunda a sábado até eu casar… quanta coisa não foi com minha mãe que aprendi nem foi ela quem testemunhou. 
Sei que meus pais foram exemplos de vida em outros aspectos – e sou grata ao que me ensinaram sobre a figura pública e a cidadã que sou -mas não me arrependo da escolha diferente que Guilherme e eu fizemos, a de viver intensamente essa vida louca que é a paternidade ativa, presente, mão na massa, protagonista, da criação com apego e que dá prioridade à convivência familiar sobre outros aspectos da vida. 

Mas, como li numa entrevista com Juliana Paes (que postei hoje no @cosmethica), eu evito abrir mão de dormir 8h por noite, colocar meus filhos na cama e ter tempo de namorar meu marido. São escolhas que não aparecem para o mundo, mas fazem meu mundo pessoal e meu coração mais feliz. 


E você? O que te faz feliz no seu íntimo, sem que precise mostrar aos outros? 


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