O que são ações efetivas na educação promovendo mudanças sociais? #4mostra

Começa hoje a 4ª Mostra de Responsabilidade Socioambiental da Fiesp/Ciesp, que traz na agenda temas como desastres climáticos, epidemias, pandemias, drogas e envelhecimento, numa busca por uma ação coordenada (uníssona?) para a sustentabilidade global. É uma oportunidade de participar do debate com especialistas questões fundamentais para construção de uma sociedade mais inclusiva e socialmente responsável. Eu estarei lá em busca da resposta das empresas (afinal, a Fiesp é uma federação de indústrias) para a pergunta que abre o post: O que são ações efetivas na educação promovendo mudanças sociais?

Além dos debates (muitos e com temas bem variados, como podem ver aqui), o encontro trará apresentações de cases sobre educação que faz a diferença. Intel, Microsoft e Telefonica são algumas das marcas que darão exemplos práticos da participação das empresas na agenda social do País. Ao receber o material de divulgação quis logo conferir como estas empresas se mostram e tentarei ouvir e ver tudo por lá, ficando bem interessada nas mesas redondas da tarde de hoje: Saúde do trabalhador como elemento para a sustentabilidade do negócio, Envelhecimento e capacidade funcional – Desafio para as empresas e o País, Inclusão social por meio do esporte, Educação que faz a diferença, Investimento em educação, contribuindo para a gestão sustentável, O desafio de conciliar trabalho e família, Prevendo a chegada da aposentadoria, Felicidade na empresa, Investimento social privado que contribui para o desenvolvimento local, Diagnostico de saúde e estilo de vida nas indústrias

O evento, mescla de Exposição e Congresso, está na sua quarta edição. Segundo os organizadores, em 2007, o Congresso da Mostra, pautado no tripé da sustentabilidade, enfatizou o pilar do desenvolvimento social; em 2008, o foco maior foi ambiental, com ênfase na destinação dos resíduos industriais e na produção reversa; em 2009, o destaque foi econômico, quando anunciamos precocemente o final da crise.

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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