O que é ser sujeito de direito numa sociedade que engatinha na democracia e respeito aos direitos humanos? #semtrabalhoinfantil

O que é ser sujeito de direito numa sociedade na qual se teve tão pouco tempo de democracia e de respeito aos direitos humanos?

Este tema está no vídeo de Irandi Pereira sobre como a sociedade civil vem mudando seu olhar sobre a valorização do trabalho precoce e destaca importância de que ela participe de monitoramento de qualidade das políticas públicas para a infância.

Os últimos dados do IBGE (Pnad 2011) confirmam algo que é muito fácil de constatar: a incidência do trabalho infantil é muito maior entre crianças em situação de vulnerabilidade. Por exemplo, nas famílias em que há crianças e adolescentes que trabalham, a renda média mensal é de R$ 452, ou seja, menos que um salário mínimo.
Para deixar isso ainda mais claro, basta traçar um perfil das crianças atendidas pelo Peti (Programa de Erradicação do Trabalho Infantil) nos diversos municípios brasileiros e chegar a essa mesma conclusão: na maioria dos casos, as famílias acabam submetendo suas crianças ao trabalho precoce para tentar melhorar suas condições financeiras.

Para os interessados no tema (e quem nos acompanha na campanha colaborativa “É da nossa conta! Sem trabalho infantil” da Fundação Telefônica Brasil via Pró-Menino) recomendo a leitura do especial Vulnerabilidade e trabalho infantil.

O assunto estará também no fórum de hoje por aqui. Participe no Facebook ou no Twitter usando a hashtag #semtrabalhoinfantil.

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.