destaque / educação

O preconceito linguístico é um preconceito social. 

Concordo plenamente. 

 

#abreaspas para Sírio Possenti:

“Isso não significa dizer que a norma culta não é relevante ou que não precisa ser ensinada. Significa apenas que as normas não cultas não são o que sempre se disse delas. E elas mereceriam não ser objeto de preconceito.

A leitura de um ou dois capítulos de qualquer manual de linguística poderia fazer com que todos se convencessem de que estivemos equivocados durante séculos em relação a conceitos como ‘falar errado’. Para combater esse preconceito, basta um pouco de informação.”

E essa fala me remeteu a uma conversa que tive com o professor de comunicação social e estudioso de mídias sociais Amindo Ferreira sobre o Brasil que o Brasil finge não ver, mas eu conheço graças ao Google+, rede social à margem do status que que me surpreende diariamente.

Desde que a rede surgiu meu perfil é indicado pelo Google Brasil como influenciador na categoria Família, o que me rendeu mais de 1 milhão de seguidores e a “convivência” com pessoas interessantíssimas e cheias de opinião e histórias.

  

E você, se abre para descobrir o mundo diferente ou convive só com os seus iguaizinhos?

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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