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O preconceito linguístico é um preconceito social. 

Concordo plenamente. 

 

#abreaspas para Sírio Possenti:

“Isso não significa dizer que a norma culta não é relevante ou que não precisa ser ensinada. Significa apenas que as normas não cultas não são o que sempre se disse delas. E elas mereceriam não ser objeto de preconceito.

A leitura de um ou dois capítulos de qualquer manual de linguística poderia fazer com que todos se convencessem de que estivemos equivocados durante séculos em relação a conceitos como ‘falar errado’. Para combater esse preconceito, basta um pouco de informação.”

E essa fala me remeteu a uma conversa que tive com o professor de comunicação social e estudioso de mídias sociais Amindo Ferreira sobre o Brasil que o Brasil finge não ver, mas eu conheço graças ao Google+, rede social à margem do status que que me surpreende diariamente.

Desde que a rede surgiu meu perfil é indicado pelo Google Brasil como influenciador na categoria Família, o que me rendeu mais de 1 milhão de seguidores e a “convivência” com pessoas interessantíssimas e cheias de opinião e histórias.

  

E você, se abre para descobrir o mundo diferente ou convive só com os seus iguaizinhos?


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