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Eu estou vendo a abertura do Pan porque o Time Brasil merece! Não me canso de repetir: Não basta festejar, é preciso acompanhar, torcer, vibrar e até sofrer.

Os XVII Jogos Pan-Americanos são um evento multiesportivo realizado entre os dias 10 e 26 de julho em Toronto (além de outras dezessete cidades da região metropolitana do Golden Horseshoe em Ontário). Cerca de 6 mil atletas dos 41 Comitês Olímpicos Nacionais das Américas são esperados para competir em 36 esportes. 


O Brasil está muito bem representado:

O TimeBrasil, marca da delegação brasileira em Jogos Olímpicos, da Juventude, Pan-americanos, Sul-americanos e da Lusofonia, será representado por 590 atletas, sendo 314 homens e 276 mulheres, mais 230 integrantes de equipes técnicas (como treinadores, médicos e fisioterapeutas), totalizando 820 credenciados. 

 A meta também é alta:

Colocar o Brasil entre os três principais medalhistas do Pan 2015 é uma das metas do COB. Em Guadalajara 2011 foram conquistadas 141 medalhas: 48 de ouro, 35 de prata e 58 de bronze. O melhor resultado do Brasil em Jogos Pan-Americanos foi em 2007, no Rio de Janeiro, com 157 medalhas (52 de ouro, 40 de prata e 65 de bronze).

Curiosidade:
É a terceira vez que o Canadá sedia o evento, sendo que as duas edições anteriores foram em Winnipeg, tanto em 1967 quanto em 1999. 

Sustentabilidade:

Os Jogos de 2015 serão a primeira edição ecologicamente correta, porque serão neutras de emissão de carbono. Serão ainda o maior evento esportivo da história do Canadá com o dobro de atletas participantes dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2010, em Vancouver.

  

Os Jogos Olímpicos Rio 2016 também serão um exemplo neste quesito. No final do ano passado estive na coletiva que divulgava o Relatório de Carbono dos Jogos, com a estimativa do cálculo da pegada de carbono e as ações de redução, compensação e mitigação tecnológica, reforçando a decisão irrevogável de fazer com que os Jogos estimulem uma economia de baixo carbono e que as soluções comecem a ser implementadas muito antes das olimpíadas acontecerem.

O Brasil competirá nos seguintes esportes:

Atletismo, basquete, boxe, canoagem velocidade, ciclismo estrada, ciclismo pista, esqui aquático, ginástica artística, ginástica rítmica, handebol, hóquei sobre grama, karatê, lutas, natação, patinação artística, polo aquático, rúgbi, squash, taekwondo, tênis de mesa, tiro esportivo, vela, vôlei de praia, badminton, boliche, canoagem slalom, ciclismo BMX, ciclismo MTB, esgrima, futebol, ginástica trampolim, golfe, hipismo, levantamento de peso, maratona aquática, nado sincronizado, pentatlo moderno, remo, saltos ornamentais, softbol, tênis, tiro com arco, triatlo e vôlei.
  
  

Parte desse sucesso é mérito nosso – pelo menos na parte do financiamento, afinal, nossos impostos ajudaram!

– Mais de 70% dos atletas brasileiros que participarão no Pan são beneficiados com recursos do governo federal: 290 das categorias nacional, internacional e olímpica do Programa Bolsa Atleta e mais 80 da Bolsa Pódio – a categoria mais alta, para aqueles que estão entre os melhores do mundo em seu esporte e com chance de conseguir medalha nos Jogos Olímpicos Rio 2016.
– As categorias do Bolsa Atleta são: Atleta de Base (R$ 370), Estudantil (R$ 370), Nacional (R$ 925), Internacional (R$ 1.850) e Olímpico/ Paraolímpico (R$ 3.100). Em 2014, o programa teve 6.570 atletas de esportes e modalidades olímpicas e paraolímpicas beneficiados, mais 558 de outros esportes e modalidades não-olímpicas e não-paraolímpicas. Os investimentos no ano passado foram de cerca de R$ 100 milhões.
– A categoria Bolsa Pódio é para atletas indicados pelas respectivas Confederações, que estejam ao menos entre os 20 primeiros do mundo. Em junho de 2015, o Bolsa Pódio contava com 144 atletas de esportes olímpicos e 84 de paraolímpicos. O investimento do governo federal é de cerca de R$ 29 milhões por ano.

Te convenci a ficar de olho nos jogos e no desempenho dos atletas? 

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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