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Quando foi a última vez que você fez algo pela primeira vez?

Outro dia eu e meu filho vimos juntos nosso primeiro filme finlandês!

Que exótico! Há algumas semanas eu tinha visto um filme da Geórgia e foi muito estranho não entender quase nada.

Dica de filme: My happy family #netflix

Neste da Finlândia eu simplesmente não entendia NENHUMA palavra!

Que louco!

Vi o filme na parceria do @avidaquer com Sinny Assessoria e já estava pré-disposta à estranheza e ao estilo, pois tinha lido que este filme do diretor finlandês Aki Kaurismäki foi eleito como o melhor longa de 2017 pela Federação de Imprensa Cinematográfica. Ah, um ano antes, em Cannes, ele recebeu um prêmio pelo conjunto de sua obra.

Nesta inesperada comédia, o destino de dois homens díspares converge em um pequeno restaurante. Um relato exemplar da crise de refugiados na Europa, complexo mas ao mesmo tempo leve e memorável.

 

Mas o que me fez ver o filme – que agora está na nossa videoteca do iTunes, pra quem quiser ver – foi o tema: os refugiados.

Quem os recebe nos países europeus? Como eles chegam e pedem asilo político? Em que trabalham? Que ações têm para tentar reunir suas famílias sem pátria?

Curiosamente, de um jeito lento (cinema europeu, gente!) e ao mesmo tempo cômico (sim, eu ri várias vezes e não chorei nenhuma, embora o todo seja muito triste, pois é a realidade atual e sabemos dela, queiramos ou não), com “O Outro Lado da Esperança” eu entendi um pouco do que sentem os dois lados: o que chega e o que recebe.

Temos tentado trazer um olhar para as migrações aqui para o blog faz tempo, lembram? Relembrando que Somos (quase) todos imigrantes, mostrando como eles fazem as travessias, qual a realidade das crianças que começam uma vida nova longe de onde nasceram e que às vezes não tem volta, pois o país acabou.

Somos (quase) todos migrantes!

 

Que sejamos bravos como Khaled (Sherwan Haji) e Wisktröm (Sakari Kuosmanen que, sério como parece no filme, é cantor!).

Gostei e recomendo!

 

Veja também:

Migrópolis, Cuentos de Viejos e Las niñas da guerra: quando a animação documenta lindamente as mazelas humanas

 

Dica de filme: Fogo no mar #refugiados #vod 

De onde eu vim não existe mais #ComOsRefugiados

 

Somos (quase) todos migrantes!

 

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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