O desafio de inovar na educação #FTinovadores

“Um acordo, com duração de 10 anos, promete estudar, assessorar e promover práticas educativas voltadas para a melhoria da educação na América Latina. No médio prazo, a ideia é disseminar os resultados da pesquisa como forma de fomento de conhecimento nessa temática, a fim de beneficiar outros atores das áreas sociais e da educação.”

Há um bom tempo eu acompanho virtualmente as ações da Fundação Telefônica no universo educacional e confesso que desde que ouvi Silvio Meira, no Seminário Redes e Sustentabilidade, reforcei meu entusiasmo na área na qual o pesquisador brasileiro da área de Engenharia de Software (blog Dia a Dia, Bit a Bit) atua e que a Fundação Telefônica tem procurado mostrar em seus eventos para inspirar os envolvidos com a educação.

Um destes eventos acontece hoje, é o Seminário Fundação Telefônica de Inovação Educativa, no qual estão sendo apresentados os resultados de uma pesquisa sobre inovação em educação com o uso de Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC), realizada pela Fundação Telefônica em parceria com o Instituto para o Desenvolvimento e a Inovação Educativa (IDIE), da Organização dos Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI).

A pesquisa buscou projetos de inovação tecnoeducativa e identificou experiências inovadoras no Brasil, que em especial fizessem uso de internet, celular, audiovisual e videogames. A programação prevê a apresentação da pesquisa pela manhã e, à tarde, serão realizadas duas mesas redondas com apresentação de oito cases inovadores, além de apresentações da rede social Minha Terra e o Grupo Educar na Cultura Digital, realizados pelo programa EducaRede; o projeto Wikimapa, desenvolvido pela Rede Jovem no Rio de Janeiro; e o Minha Vida Móbile, projeto cultural e educativo da Vivo, realizado em Minas Gerais, Bahia e São Paulo.

Gosto dos estudos do pessoal do EducaRede, a proposta do Educar na Cultura Digital e tenho grande simpatia pela rede Minha Terra. Sei que, como neste estudo – realizado em âmbito nacional identificando 64 projetos resultando em 26 realmente inovadores – tanto o universo pesquisado quanto a temática conseguem ser amplos sem perder o foco na nova educação qualificada, com integração das TIC e das tendências tecnológicas, entornos colaborativos, meios sociais, conteúdos abertos e tecnologias móveis.

Vamos conhecer hoje quatro projetos considerados de vanguarda: Cartografias de Sentidos nas Escolas (Universidade Federal de Minas Gerais), Fractal Multimídia: objetos de aprendizagem (Colégio Estadual Embaixador José Bonifácio, de Petrópolis, RJ), Experimentação remota como suporte a ambientes de ensino-aprendizagem (Universidade Federal de Santa Catarina) e Olimpíadas de Jogos Educacionais (da empresa Joy Street em parceria com o Centro de Estudos de Sistemas Avançados do Recife e pesquisadores da Universidade Federal de Pernambuco).

Tentarei contar um pouco de lá – e quem sabe volto com inspiração para muitos posts?

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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