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Hoje vi uma chamadinha que contava que na estação do metrô da Sé uma exposição relembra a memória dos carnavais antigos do centro histórico de São Paulo. “O carnaval de nossa gente, era o carnaval de antigamente” conta com 20 imagens de diferentes épocas do Carnaval paulistano – e as fotografias ficam expostas no mezanino da estação (dentro da área paga) até o fim do mês. Parceria do Metrô de São Paulo com a Associação das Bandas, Blocos e Cordões Carnavalescos do Município de São Paulo (ABBC), a ideia é boa para lembrarmos que o carnaval hoje pode ser uma festa meio consumista, mas nasceu muito popular.

O carnaval paulistano nasceu em meio às festas religiosas, quando após os ofícios de fé, os membros das irmandades juntavam-se em frente à igreja para uma dança animada ao som de tambores. Em 1967 os desfiles das Escolas de Samba de São Paulo foram oficializados e no ano seguinte aconteceu o primeiro desfile oficial na Avenida São João/Anhangabaú. Em 1977, o desfile foi transferido para a Avenida Tiradentes e a partir daí, o carnaval paulistano não parou de crescer e de se profissionalizar.

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E para quem curte este tipo de lembrança, até o dia 20/02 o Shopping Center 3 (Avenida Paulista, 2064, São Paulo, SP) tem Imagens do Carnaval Paulistano, 40 fotos que registram a alegria das festas nos bairros, blocos de cordões, carruagens de coros, além da fundação das primeiras escolas de samba. Neste caso, a parceria é da União das Escolas de Samba Paulistanas (UESP) e do Centro de Documentação e Memória do Samba (CDMS).

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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