O brilho oculto que descobrimos todo dia

[update 24/04/2011]
Vocês vão me achar parcial, mas o fato é que hoje vim fazer o sorteio e percebi que eu não tinha colocado regras para decidir quem receberia o exemplar do livro. Eis que para alguns dos comentaristas eu poderia emprestar o meu exemplar e, não me perguntem por quê, dentre os outros meu coração disse para mandar para a @cris_guimaraes, talvez pelo comentário que ela postou e que, afinal, deveria ser o ponto crucial do meu critério de escolha.
🙂
Mas não desanimem, nos próximos dias tem mais sorteios de livros: “Brincar, um baú de possibilidades”, “Cuecas na Cozinha – Escola de Maridos e Afins”, “O Guia do Papai” e “Mãe e Babá: Manual de Instruções”. E estes vão acontecer entre os seguidores do blog no Twitter (@avidaquer) e os fãs do blog no Facebook (www.facebook.com/avidaquer).
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“This little light of mine
I’m gonna let it shine
All down the world
I’m gonna let it shine
Let it shine, let it shine, let it shine”
Dorothy Norwood

O Brilho Oculto é o título do livro de Aline Silva Dexheimer, uma tradutora e cientista da computação (é assim que se fala desta profissão?) com quem eu “tomava chimarrão virtual” toda tarde no começo da vida de mãe blogueira. Com Simone Zelner ela dividiu comigo o começo da experiência de blogar, de compartilhar em público e sem saber com quem minhas reflexões, de me entender comunicadora (afinal, minha profissão) independente do veículo que eu poderia estar representando.

Antes do blog – e nos primeiros tempos, até eu me considerar blogueira, a partir de meados de 2008 – eu me referia sempre à minha profissão como jornalista em tal lugar, com passagens por redações X, Y, Z. Hoje eu me apresento tranquilamente como jornalista e blogueira, sem precisar dizer onde escrevo, pois aprendi com este formato de “mídia pessoal” que tanto quanto onde, importa quem fala.

Daí eu começar este post no dia em que o blog comemora 6 anos de postagens (quase que diárias, nos útlimos tempos mais de uma vez por dia) lembrando o nome do livro de Aline. Considero que ao blogar – e ao incentar blogs, lendo-os – nós começamos um processo irreversível de descoberta do Brilho Interior de cada um – aquilo que sempre esteve oculto, guardado, preservado e era apenas um sonho ou uma ideia sobre quem podíamos ser. Com os blogs quem tem bom humor e tirocínio pode ser humorista, quem ama gastronomia pode ser chèf por um dia (ou mais), se gostamos de cinema nos sentimos aptos a criticar filmes, quando lemos um livro publicamos resenhas, fazemos reviews dos seriados favoritos, dos melhores gadgets, mas, acima de tudo, com uma mídia pessoal (ou coletiva) quem gosta de escrever e compartilhar tem com quem e onde fazê-lo.

“Em 2005, quando comecei a blogar para contar aos familiares de Curitiba como estava nossa adaptação à vida paulistana (morávamos lá e Gui recebeu uma proposta de trabalho aqui, trazendo a família toda para longe e tios e avós) eu já falava de muita coisa que está presente aqui hoje. Nostalgia, relembrando os anos 70 e 80, redes sociais (eu me referia com frequência ao orkut), o movimento slow food e momentos filosofando uma slow action perante a vida depois de ver algo na TV… está tudo lá em 2005 e, pelo que noto, vai continuar por aí por mais tempo, pois este meu filhote (o blog) já é uma parte inseparável de mim.”

O Brilho ocultoComentei no post anterior que planejamos alguns sorteios para os leitores fieis e o primeiro dos presentes que gostaria de lhes dar nas comemorações do aniversário do blog é um exemplar do livro O Brilho Oculto, uma obra muito pessoal que à primeira vista parece um “diário de mãe de trigêmeos”, mas que, como o título sugere, trata de quase um passo a passo para mudarmos a forma como vemos nosso cotidiano, como sonhamos nossos sonhos e como planejamos nossos encontros e sobretudo como nos referimos a nós mesmos – a autora é entusiasta das Afirmações Positivas, tema ao qual devota parte de seu dia a dia, alimentando virtualmente o cotidiano de outros com boas palavras de afirmação.

Embora eu conheça o básico da neurolinguística e não discuta o valor que as palavras de afirmação (boas ou ruins) têm sobre nosso cérebro, não sou uma fiel seguidora desta linha filosófica, mas não deixei de aprender e de repensar detalhes do meu cotidiano ao ler o livro de Aline Dexheimer, a tal ponto de tê-lo indicado como leitura para dezenas de pessoas. Fez bem para mim, reforçou minha autoestima e ampliou meu horizonte sobre onde quero chegar. E que valor maior podem as boas palavras ter do que o de nos fazer este bem?

Este bem é o que desejo para você leitor neste dia tão especial para mim no @avidaquer.

E para quem ficou com vontade de ganhar o livro O Brilho Oculto, vou sortear um exemplar autografado entre os comentaristas deste post que contarem algo sobre seu Brilho Oculto (um talento, uma área de interesse, uma mudança de vida) que ganhou força graças aos blogs que escreve ou lê. Simples assim. Valem os comentários postados até domingo (24/04/2011, às 23h59). 😉

P.S. Obrigada @andersoncosta pelo link para Let it Shy com Glee! 🙂

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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