Novos bebês e nova realidade

Chegamos ontem para uma semana longa na casa dos meus pais, aproveitando o feriado de carnaval. Viemos sozinhos, meu amor foi pescar, aproveitar ele também sua folga da rotina de metrópole numa pousadinha ribeirinha. Viajar só com os meninos, presenciar seu comportamento no aeroporto, na chegada, na convivência familiar aqui, enfim, tudo me faz confirmar como eles amadureceram, que não tenho mais bebês, que vivemos uma nova realidade.
Hoje logo cedo Gui já me ligou para saber do pai. Meu sogro se submete a exames cardíacos há algumas semanas e o filho mais velho tem procurado acompanhar tudo, daquele jeito reservado e amoroso dele. O nome do meu marido significa aquele que protege e ele faz jus ao nome. Foi tudo bem no exame, como me contou minha irmã, cardiologista e justamente do hospital onde foi realizado o exame. Enfim, uma nova realidade também para eles, mas com um prognóstico mais leve do que esperavam.
A realidade inclui as sobrinhas do Gui, que eu nem chamo de minhas… não sei se um dia acostumarei, pois não tenho as minhas e as crianças amigas dos meus filhos não me chamam de tia. Engraçado, né? Mas trouxe presente, de madrinha, não de tia. Conto sobre o livro presente num dos meus desabafos desta semana, que posto a seguir.

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.