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E aí pessoal, tudo beleza?

Hoje vim aqui pra falar de um filme que vi há pouco tempo e que me deixou pensando até agora: No Coração do Mar.


O filme conta a história do navio baleeiro Essex, que parte em busca de óleo de baleia liderado pelo inexperiente capitão George Pollard (Benjamin Walker) e pelo primeiro oficial Owen Chase (Chris Hemsworth). Owen sonha em ser capitão mas é impedido pelo seu empregador. Eles navegam por meses em busca de baleias, mas quando encontram se deparam com uma gigantesca baleia branca que irá lutar por sua sobrevivência e afunda o navio, deixando a tripulação à deriva.

Eu fiquei pensando desde que vi as fotos do Chris Hemsworth parecendo mendigo antes de lançar (a foto acima), e achava que o filme ia ser realmente sobre um naufrágio, tipo Aventuras de Pi ou O Náufrago (Wilson!), e por algum motivo não vi o trailer pra saber.

Depois fui descobrir que era a história de Moby Dick, bem de surpresa.


Eu já sabia sobre a chacina da época com as baleias. Quando tinha 11 anos tive uma discussão grave com um professor de história por não acreditar que o Japão caçava baleias, tentando ser “patriota” – afinal, passei meus primeiros meses de vida em Tokyo!

Perdi o papo quando começaram a me falar sobre coisas como The Cove e navios Russos no mar Ártico, mas não sabia como era exatamente. As imagens são impressionantes e muito diferentes de outros filmes de náufrago ou qualquer outro filme sobre o mar.


Mas o mais engraçado é que no dia seguinte ao filme meus pais foram convidados a um evento para conhecer a sede do Greenpeace e o primeiro assunto abordado por eles foi sobre a caça de baleias no começo da fundação, pois assistiram o filme  “How to Change the World”, documentário sobre a origem da organização – que só será lançado no ínicio de 2016.

Não vi o filme, mas na hora pensei: mais de um século depois do Essex, exatamente no ano em que o meu pai nasceu (1972) ainda se caçava baleias! Que  atraso!

Meus pais são aquele casal ali no canto interior esquerdo :p

Segundo meu pai, os caras que fizeram as primeiras ações do Greenpeace eram uns “doidos hippies”, mas o que importa é que mostraram essa verdade e fizeram isso com vídeos e fotos, transmitindo do meio do mar!, fazendo algo que hoje em dia a gente pode fazer no celular com internet e mesmo assim nem sempre faz. Denunciar o que está errado e tentar mudar o mundo.


Voltando ao filme, é muito bom. Vimos no 3D e pela primeira vez achei a profundidade das cenas realmente marcante. O 3D pode ser bom até em filmes que não são de ação!

Ficou curioso? Então veja o trailer!


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