“Não matem a criatividade das crianças!”, pede @oficialjoao

foto desencontro enzo giorgio samegui oficialjoao

Vi esta frase do meu “sobrinho virtual” João Pedro Mota (@OficialJoao) e na hora me pareceu que o assunto precisava vir para cá! Chamo-o de sobrinho porque conheci João e sua mãe, Luciane, numa Campus Party, quando ele (com 14 ou 15 anos) já era um fenômeno e palestrava e desde então acompanho sua caminhada. Eu revi João outras vezes, mas as famílias só se reencontraram recentemente no Desencontro, em Fortaleza, onde os meninos tiraram esta foto, com João aconselhando os pequenos.

😉

No vídeo que deu origem a este post (e que incorporo abaixo), quando ele diz que “os pais querem que os filhos sejam o que eles queriam ter sido” e que “foi-se o tempo em que só um engenheiro ganhava dinheiro” ou que “é muito melhor trabalhar com o que se gosta“, ele está falando com a criança sonhadora de cada um de nós.

Falo deste assunto com certa propriedade, não só porque eu faço muito para estimular a criatividade dos meus filhos e deixo que faltem aulas para viajar ou ir a exposições comigo, por exemplo, mas porque sou a filha que não quis ser advogada (como a mãe) e a irmã “ovelha negra” da família que tem uma médica e um engenheiro. Sempre passei a impressão de ser “a sonhadora” que ia contar eternamente com o apoio do marido para sobreviver, tanto para meus pais quanto para meus sogros, mas me mantive fiel ao que acreditava e fui abrindo espaço e construindo relevância no mundo em que eu acredito.

Quando sou convidada para visitar trabalhos sociais em outros estados, palestrar sobre o novo mercado de novas mídias para jornalistas, apresentar no palco de eventos a participação dos internautas, eu vejo que não seria “mais feliz” ou “mais rica” se tivesse escolhido outra profissão ou se tivesse me “acomodado” nas redações, ONGs e repartições públicas pelas quais passei.

Então, vamos seguir o exemplo da Luciane (a mãe do João, que está comigo na foto acima):

“Não matem a criatividade das crianças!”

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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