Não há nada mais “aprisionante” do que a falta de perspectiva

No clube, presenciando (involuntariamente) a conversa e pais e filho sobre o futuro. O moço terminou o médio e não quer fazer faculdade nem trabalhar. Ele prefere ser “disha” (lavador de prato, imigrante ilegal nos EUA) para aventurar, enquanto os pais tentam convencê-lo do contrário contando que começaram a trabalhar com 14 anos…

Quem estará certo, eu não sei e não pretendo julgar, mas eu penso aqui com meus botões que não há nada mais “aprisionante” na vida do que a falta de perspectiva! Ela, como a indiferença, mata lentamente, não a carne, mas a vida que deveria brilhar dentro da gente!

Em outra mesa vejo uma avó muçulmana que nem fala português conviver com os netos brasileiros e a família da nora brasileira. Ao abrirmos espaço para o novo em nossas vidas estamos aceitando o “imponderável” e ele trará novidades boas e ruins.

Estou viajando na ideia, não analisando os casos pessoais, mas creio que esta vontade de ir além e desbravar novos mundos é característica do ser humano e, se bem direcionada, pode ser o melhor combustível da evolução.

E vocês, qual sua opinião? E qual sua experiência pessoal nesta área?

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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