MySpace voltou a atuar no Brasil? Como assim?

Parece que o post é antigão e eu errei né? Mas é notícia fresquinha, li ontem na versão impressa do Valor Econômico. Túlio Magalhães, executivo que responde pelo MySpace no Brasil agora, explicou que encerramento das atividades no meio de 2009 foi só físico. “Só fechamos a porta física, o negócio continuou a funcionar normalmente. (…) A notícia do encerramento das atividades foi mal dada”, diz.

As mudanças no MySpace – lembram-se, ele já foi o maior site de rede social do mundo – começaram quando um ex-executivo do rival Facebook assumiu a empresa em abril de 2009. Ele garante que o Facebook não é “a” concorrência para o MySpace e que estão focados num espaço diferente, aposatando na segmentação e no papel de referência em música e entretenimento.

Confesso que, embora eu tenha perfil lá e já tenha me envolvido em uma ou outra ação para divulgar a rede social, não consigo me sentir tão confortável no MySpace quanto me sinto no Facebook ou Orkut. Me pergunto se os outros 170 mil perfis de artistas e bandas da rede social no Brasil (segundo Túlio Magalhães, o Brasil responde por 7% do total de páginas cadastradas no mundo) não vivem este vazio e também mantém o perfil lá por uma espécie de obrigação profissional de constar nesta rede. Se não for assim, eu diria que o ressurigimento do MySpace no mercado é uma notícia  boa para quem trabalha com música e, claro, para quem atua nas redes sociais.

#fingerscrossed for this 😉

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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