Facebook ou Google+: qual é melhor? #MyPlusStory

“An early adopter or lighthouse customer is an early customer of a given company, product, or technology; in politics, fashion, art, and other fields, this person would be referred to as a trendsetter. The term originates from Everett M. Rogers’ Diffusion of Innovations (1962).”

myplusstory

Hoje o Google+ completou dois anos e para celebrar convidaram os usuários a contar suas histórias com a rede social.

From all of us at Google+, thank you for two amazing years! To celebrate, we’re launching My Plus Story, a campaign designed to tell our favorite Plus stories, yours. From astronauts to zoo keepers and everyone in between, we want to hear from you. Share your story of how Google+ has impacted your life using the hashtag#MyPlusStoryand each week we’ll highlight someone new from the page!

Como early adopter assumida, estou lá desde o começo e há um ano passei a ser “recomendada” pelo G+, o que me trouxe muitos seguidores e, por consequência, ganhei a chance de interagir e conhecer o perfil deste usuário diferente.

Eu tinha contado parte da minha experiência nesta rede numa entrevista para o Olhar Digital e no final de semana passado a reportagem foi ar na TV a cabo. No vídeo, que incorporo abaixo, há um paralelo do uso do Facebook e do Google+, com uma notável simpatia pelo G+ (eu sou usuária de quase tudo do Google) e uma confissão: o Facebook só é o melhor porque meus amigos por lá. Mas continuo tentando converter os amigos, quem sabe se não migro muitos para outros espaços?

Ainda que os números apontem grandes diferenças, a batalha é de gigantes. De um lado, a rede de Mark Zuckerberg, com cerca de 1 bilhão de usuários; do outro, a segunda maior rede social do planeta – o Google+, que vem conquistando e agradando cada vez mais usuários – alguns, inclusive, “roubados” do Facebook.

Especialista em redes sociais, a jornalista e blogueira Samantha Samegui tem perfil cadastrado e usa “bastante” as duas redes sociais. No Facebook ela entrou há muito tempo, principalmente para manter contato com amigos que fez no exterior. Já o Google+ ela começou usar mais recentemente; há quase um ano.

A jornalista, que escreve sobre comportamento e cultura para famílias, administra algumas “fanpages” no Facebook, ainda que prefira a rede para manter contato com amigos. Já no Google+, o uso é mais profissional – seu perfil já tem quase 400 mil seguidores.

Ela explica que no Google+ há facilidade para se seguir assuntos “macro” de interesse, e que agora ocorre um processo de criação de comunidades, que eram bem famosas no Orkut e, no Facebook, são os grupos. “Agora a gente pode importar a comunidade do Orkut e essa é uma ferramenta interessante: você importa tudo o que tinha na sua comunidade (não todos os fóruns) e as pessoas que faziam parte são convidadas a entrar na nova”, comenta Samantha.

E por essa atividade intensa nas duas maiores redes sociais do mundo, ela conseguiu avaliar diferentes usuários e aplicações nas duas plataformas.

“Nas comunidades é que há um foco e as pessoas conversam mais do que no Facebook. As pessoas querem interagir; quando você posta um conteúdo, elas respondem”, diz.

Já no Facebook, segundo ela, as pessoas até clicam ou curtem as coisas que você publica, mas a maioria não interage – ou quando responde, acaba usando outro meio para conversar.

Claro, assim como a Samantha, já existe muita gente experimentando as duas plataformas, mas ela acredita que a maioria dos usuários de uma ainda não testou a outra.


 

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.