#minhaSampa Uma cidade mais humana é possível!

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A ideia é linda: compartilhar a Av Paulista aos domingos com diversas práticas e atividades como corrida, skate, patins, bike, dança, pic nic, entre outras. E, de quebra, podemos nos conhecer, nos olhar e conviver juntos!

A proposta: restringir o fluxo de carros em um sentido da Av. Paulista aos domingos, entre 7 as 16 horas, para uso das pessoas. (De forma a não ser prejudicial para os hospitais na região)

O objetivo: promover o encontro, o lazer, atividades físicas e contribuir para uma cidade mais humana, criativa e saudável.

Como fazer? A ideia dos organizadores é pressionar lotando a caixa de e-mails do Prefeito da cidade, Fernando Haddad, e do Secretário Municipal de Coordenação das Subprefeituras, Ricardo Teixeira, pedindo o fechamento de uma das vias da Paulista todos os domingos, faça chuva ou faça sol. Eles afirmam que juntos podemos mandar uma mensagem clara de que temos o direito de usufruir de forma segura com nossos pés, bicicletas e criatividade da mais importante avenida de São Paulo!

Como tudo começou? No dia mundial sem carro de 2013, o SampaPé! se juntou a diversos movimentos (Matilha Cultural, +Voz, Tsunami, Virada da Mobilidade) para criar o evento que provocasse um novo imaginário da cidade, o Se a Paulista Fosse Minha, com a proposta de resignificar a Paulista promover o uso da rua pelas pessoas.

Adivinhem se eu já não sonhei fazer isso na Mooca?

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Gostou?

A Rede Minhas Cidades é feita por pessoas que acreditam que cidades melhores começam com cidadãos mais ativos, conectados e engajados. Lá qualquer pessoa pode começar uma mobilização, disponibilizar tempo e talento para dar aquela força pra mobilização iniciada por outros, colaborar com uma comunidade de centenas de milhares de membros para desenvolver soluções urbanas, se cadastrar para vigiar espaços públicos, fazer uma doação para manter nosso trabalho de pé, e muito mais.

A rede já está no Rio de Janeiro e em São Paulo, prometendo levar o modelo a outras cidades do Brasil e do mundo e acreditando que criando cidades mais inclusivas, sustentáveis, criativas, acessíveis e gostosas de se viver. Juntos, estamos mostrando que a cidade é nossa.

Saiba mais e participe no site minhascidades.org.br.

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“Este movimento por uma São Paulo das pessoas (e não dos prédios, dos carros e da especulação) permite acreditar, por exemplo, que um dia seria possível ter a Avenida Paulista permanentemente fechada ao tráfego, transformada em um bulevar, uma manifestação física e simbólica de lugar onde as pessoas – todo tipo de pessoas – podem se encontrar e interagir. Permite acreditar nos rios aterrados sendo devolvidos à luz e à cidade, tornando-se não apenas pontos de lazer, mas também de transporte.
Permite pensar em diversos polos de inovação espalhados pela cidade estimulando a criação e o empreendedorismo e dialogando entre si, quebrando desta forma os diversos muros invisíveis (e alguns nem tanto) que separam Centro de Periferia. Permite pensar em uma cidade por onde se possa circular de bicicleta e transporte público de forma segura e tranquila e onde os carros, uma vez dominantes, tornaram-se recurso de uso eventual.”
Renato Guimarães (@natoguima) fez uma defesa ótima do movimento #minhasampa #cidadesparapessoas citando exemplos asiáticos no post “É hora de construir a São Paulo das pessoas“.

(Crédito da foto: #Repost @porondeandeisp Paulista para as pessoas #domingonapaulista #sampape #minhasampa)

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.