entretenimento / relacionamentos

Não, o texto não é do Gui para mim no dia dos namorados, nem brincadeira com o dia de Santo Antônio, o casamenteiro. Até porque, sabiamente, conversas e comparações com ex-namorados nunca fizeram parte do nosso relacionamento – e acho que aqui mora parte do segredo do nosso longo relacionamento.

Trata-se de uma entrevista que li sobre o novo filme de Matthew McConaughey, “Minhas adoráveis ex-namoradas”. Ele já fez alguns filmes mais sérios, como Contato, Amistad e Tempo de Matar, mas há alguns anos tem protagonizado algumas boas comédias românticas com Jennifer Lopez (O casamento dos meus sonhos), Kate Hudson (Como perder um homem em dez dias) e Sarah Jessica Parker (Armações do amor). Desta vez, contracenando com Jennifer Gardner, ele interpreta Connor Mead, um solteirão insensível que é assombrado pelos fantasmas de suas ex-namoradas, ao que me pareceu, no estilo “Fantasma da Noite de Natal“.

Apesar de assistir filmes do gênero, comédias românticas não são meu tipo de filme favorito porque mostram uma realidade de conquista e de relacionamentos que, como diria meu pai, “não funcionam na vida prática” – o @lemp falou disso, citando uma pesquisa escocesa da Universidade Heriot-Watt, em  Todo mal que as comédias românticas fazem. Concordo que “estes filmes transmitem uma falsa sensação de que existem “relacionamentos perfeitos” e alimentam expectativas nada realistas”.

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Matthew McConaughey com a mulher Camila Alves e o filho Levi em férias no Brasil

E estou falando do novo filme porque algumas manifestações de Matthew sobre a esposa, a modelo brasileira Camila Alves, me fizeram ver exatamente o oposto nele. Em certo momento de uma entrevista ele dissse:

Meus pais me ensinaram que é muito importante manter o amor conjugal. Acho que foi o ex-presidente Abraham Lincoln que disse que o melhor exemplo que você pode dar aos seus filhos é mostrar a eles como você trata e ama a mãe deles. Já vi vários relacionamentos onde tudo gira em torno dos filhos, e essas relações parecem não durar. Se você fica em segundo plano, tudo se torna difícil. Nós temos procurado manter um ambiente amável, alegre, e acho que Levi sente isso, ele consegue sentir o amor entre Camila e eu.

Fiz esta reflexão hoje e relembrei de vários filmes que já vi com conteúdo semelhante. Um dos que mais gostei foi A história de nós dois, com Michelle Pfeifer e Bruce Willis. Então, deixo o convite, se você também se lembrar de filmes que mostrem uma vida feliz, mas pautada na realidade, conte aí. 🙂

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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