#MinhaPesquisaCAPES mostra que #ExistePesquisaNoBr

Na mesma semana em que anunciou um aumento de até 300% no limite de captação para a Lei Rouanet, o governo decretou uma redução na verba para bolsas de 200 mil pesquisadores em 2019.

Será mesmo preciso cortar gastos justamente no apoio à ciência?

O pessoal do Spotnicks fez um vídeo sobre o assunto – e eu, que curto Ciência de Dados, mas não sou cientista, não consegui conferir se os dados são verdadeiros, tá? Como o site é controverso e claramente de Direita, pode ter condução!

Trago o assunto porque realmente uma notícia sobre um possível corte no orçamento do Capes para 2019 virou um dos temas mais comentados nas redes sociais na sexta-feira, 03/08/2018, e pesquisadores brasileiros que recebem bolsa do órgão decidiram vir a público para falar sobre as pesquisas que desenvolvem.

Usando a hashtag #MinhaPesquisaCAPES pesquisadores brasileiros estão explicando nas redes sociais, de maneira super simples, o que fazem no seu trabalho, de modo que todos possam entender e valorizar. 

Começa pela sigla, que muita gente nem sabe o que é:

CAPES é a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior do Ministério da Educação.

E há um movimento forte:

O G1 explicou bem o caso:

A possibilidade de que quase 200 mil bolsistas da Capes fiquem sem bolsa a partir de agosto de 2019 começou a circular em um ofício enviado pelo Conselho Superior da Capes para o Ministério da Educação. O ofício citava a informação recebida por vias internas pela Capes de que haveria redução no orçamento previsto para 2019 que atualmente consta na Lei de Diretrizes e Bases (LDO).

A LDO foi aprovada em julho no Congresso Nacional, e não contém valores específicos, mas sim regras para a composição do orçamento. Uma dessas regras, que consta no Artigo 22, diz que o orçamento para 2019 do Ministério da Educação (o que inclui a Capes) deve ser o mesmo valor do orçamento de 2018, mais a correção da inflação.

A lei também não é a versão final: o governo federal tem até 14 de agosto para sancionar o documento e até o dia 31 para encaminhar de volta ao Congresso a Proposta de Lei Orçamentária (PLOA). Essa proposta ainda será debatida pelos parlamentares e precisa ser aprovada até o fim do ano, quando se torna a Lei Orçamentária Anual (LOA).

E faço questão de trazer para cá alguns dos updates que vi contando das pesquisas, pois aprendi muito e me maravilhei com o que os cientistas do Brasil fazem!

O Ruan Marcelo é doutorando em Fisiologia Humana no Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP) e seu estudo propõe o uso de uma vitamina sinteticamente modificada como possível tratamento para doença de Alzheimer.

Sou doutorando em Fisiologia Humana no Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP). Meu estudo propõe o uso de uma vitamina sinteticamente modificada como possível tratamento para doença de Alzheimer. Os resultados obtidos são muito bons e promissores, com isso fui agraciado com uma bolsa #CAPES para realizar mais testes na Alemanha a partir deste semestre. #minhabolsacapes me possibilitará fazer pesquisa de ponta desvendando os mecanismos fisiológicos de ação desta vitamina e abrindo a visão para uma nova possibilidade de tratamento desta doença degenerativa mortal que afeta milhões de pessoas e tem um diagnóstico confirmado a cada 3 segundos no mundo. Com a ameaça de corte de verbas do governo, esta pesquisa corre o risco de ficar incompleta e de não dar todas as respostas necessárias para a conclusão da tese, visto que muitos dos métodos não temos estrutura para que sejam feitos no Brasil. Minha ida para o exterior também possibilita uma futura implementação destes métodos no Brasil, a colaboração entre os institutos e manutenção de uma rede internacional de pesquisa nesta área, que é carente no Brasil. Centenas de outros estudos estão na mesma situação, não deixe nossa ciência virar pó! #pesquisanobrasil #existeciencianobrasil #naocorteminhasasas #minhapesquisaCAPES

Uma publicação compartilhada por Ruan Macedo (@ruan_macedo) em

A tese de mestrado de @velheser buscou compreender os significados de velhice para mulheres idosas na Bahia:

Como disse Laiali Chaar:

A ciência influencia muita coisa na nossa vida, desde as vacinas até geração de energia, agricultura, saúde, com reflexos na economia.

Sem verbas para pesquisas:

– não teremos novos exercícios, terapias, medicamentos ou vacinas ⠀

– as novas ideias não serão publicadas e divulgadas

– os medicamentos e vacinas serão descobertos e fabricados fora do Brasil e se tornarão mais caros

– laboratórios e clínicas de pesquisa fecharão

– teremos menos professores com experiência científica  ⠀

– os profissionais brasileiros que atendem pacientes não serão mais ensinados e formados por cientistas

– a ciência brasileira ficará mais elitizada, pois poucos são aqueles que têm dinheiro guardado para se dedicar aos estudos

– cientistas incríveis ficarão desempregados

– os brasileiros que querem ser cientistas farão pesquisa fora do nosso país

 

Bomba da Neurociência 🔥🔥🔥💣💣💣☹️ Tudo que posto foi descoberto por pesquisas científicas. Luto para que a ciência brasileira inspire outras pessoas a estudarem mais, testarem suas ideias e ajudarem outras pessoas ♿️♥️ ⠀ Nós cientistas da saúde testamos um exercício, terapia, medicamento, vacina ou estudamos como o corpo funciona. Descobrindo isso, tratamos melhor, diminuímos o sofrimento das pessoas, melhoramos vidas e diminuímos a mortalidade 🔬♥️ ⠀ Essa foto é da minha defesa de Doutorado. Se eu não ganhasse bolsa durante a pós ela não existiria. O @tudosobrecontroleneural não existiria. A fisioterapeuta, neurocientista, professora Laiali não existiria. Meus pacientes melhorariam mais devagar ♿️😔 ⠀ Sem dinheiro da verba pública, eu não teria essa oportunidade. Foi o mestrado e o doutorado que me fizeram crescer e compartilhar o que aprendi e ser feliz ♥️👩🏻‍🎓👩🏻‍⚕️👩🏻‍🔬👩🏻‍🏫 ⠀ ⚠️⚠️⚠️ O que acontecerá após esse corte de verbas: ⠀ – não teremos novos exercícios, terapias, medicamentos ou vacinas ⠀ – as novas ideias não serão publicadas e divulgadas 💔 ⠀ – os medicamentos e vacinas serão descobertos e fabricados fora do Brasil e se tornarão mais caros 💔 ⠀ – laboratórios e clínicas de pesquisa fecharão 💔 ⠀ – teremos menos professores com essa experiência científica 💔 ⠀ – Os profissionais brasileiros que atendem pacientes não serão mais ensinados e formados por cientistas 💔 ⠀ – a ciência brasileira ficará mais elitizada: poucos são aqueles que têm dinheiro guardado para se dedicar aos estudos 💔 ⠀ – cientistas incríveis ficarão desempregados 💔 ⠀ – os brasileiros que querem ser cientistas farão pesquisa fora do nosso país 💔 ⠀ – a ciência brasileira acabará 💔💔💔☹️☹️☹️ ⠀ A ciência influencia muita coisa na nossa vida: vacinas, energia, agricultura e economia. ⠀ Torcendo para que essa decisão mude 🙏🏻🙌🏼 ⠀ #aneurocienciadatristeza #ciencialovers #existepesquisanobr #minhapesquisacapes #mulheresnaciencia #mulheresnacienciabr #educacao #comunicacaocientifica #divulgacaocientifica #scicomm

Uma publicação compartilhada por Tudo Sobre Controle Neural (@tudosobrecontroleneural) em

Conheça outros pesquisadores e suas áreas de estudo:

#Repost @mneves71 🐸 À contramão de algumas falas que ouvimos recentemente pelos nossos políticos, existe sim muita pesquisa no Brasil. Embora não haja o investimento apropriado e muitas vezes os cientistas passam dificuldades financeiras na pesquisa e na vida, o Brasil é o 13º país que mais publica artigos científicos no mundo. Então, nós cientistas, começamos a divulgar nossas pesquisas com a hashtag #MinhaPesquisaCapes O meu doutorado, no laboratório @mapinguariufms, visa entender onde as espécies de anfibios estão presentes e como elas se distribuem no espaço na região da Bacia do Alto Paraguai (que engloba o Pantanal e os planaltos de entorno no Brasil, Bolívia e Paraguai). Com as distribuições de todas as espécies já coletadas nessa região (através de visitas a coleções científicas e coletas pontuais) eu vou entender quais são as áreas que precisam ser mais estudadas (que possuem poucas ou nenhuma coleta de dados) e relacionar isso com a dificuldade de acesso, proximidade de centros urbanos. Também irei verificar se a rede de Áreas Protegidas já existentes englobam as espécies de anfíbios que precisam de proteção e as áreas de maior diversidade na região. Posteriormente quero indicar novas áreas para conservação para abranger todas as espécies e, principalmente, as mais ameaçadas. Trabalho efetivamente para a conservação da nossa biodiversidade. O Brasil é o país com o maior número de espécies de anfíbios e fica entre os primeiros na maioria dos grupos. Além de apresentar a maior floresta do mundo (Amazônia) e duas regiões hotspots da biodiversidade, a Mata Atlântica e o Cerrado (hotspots: regiões com alto nível de espécies restritas a elas e que sofrem com a ocupação do homem). Além disso, temos a maior fonte de água potável com os nossos rios e aquíferos. Não podemos menosprezar o tamanho da nossa biodiversidade. #ExistepesquisaNoBR #pantanal #Bio #herpeto #ecologia #mapinguariufms #pesquisa #capes #governofederal #biologia #ciencia #cienciasbiologicas #ms #ufms #campogrande #biodiversidade #conservacao #amphibia #herpetology #herpetologia #crbio04 #cfbio #posgraduacao #doutorado

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#existepesquisanobr A #minhapesquisacapes esteve desde o início relacionada ao estudo da poluição sonora marinha! No mestrado eu investiguei se o barulho dos barcos tinha algum efeito na comunicação do boto-cinza na Baía de Guanabara (e tinha!). Agora no doutorado sigo investigando as fontes sonoras poluidoras na costa do Rio de Janeiro e identificando quais os locais mais impactados pelo barulho de embarcações nas baías de Guanabara, Ilha Grande e Sepetiba. O apoio da CAPES ao Programa de Pós-Graduação em Oceanografia da #uerj foi essencial. Não é “só estudo”, é o nosso EMPREGO, cujo único direito é a bolsa de auxílio das agências de fomento à pesquisa. Não temos direito a carteira assinada, férias, seguro e não podemos ter nenhum outro trabalho formal enquanto recebemos a bolsa. Ou seja, deixar de pagar 200 mil bolsistas é criar 200 mil desempregados a mais no país. #uerjresiste #mulheresnaciencia #oceanografia #poluicaosonora

Uma publicação compartilhada por Lis Bittencourt (@lis_bitt) em

Esses são os nossos três bolsistas de doutorado da CAPES 🐜 Em defesa da manutenção da verba destinada para o desenvolvimento e financiamento de pesquisas pela Capes conheça a #minhapesquisacapes: @ronypsa estuda formigas em uma área experimental na Floesta Nacional de Caxiuanã que passa por retirada de água. O objetivo do trabalho é avaliar as alterações causadas pelo estresse hídrico na comunidade de formigas que vivem no solo. A ideia é avaliar não só as espécies, mas também a diversidade funcional que será perdida em uma situação de falta de chuva na Amazônia. O resultado do trabalho pode quantificar essas perdas e ser utilizado como justificativa em políticas públicas e discussão sobre mudanças climáticas e aquecimento global. @livia_pp trabalha com sistemática, taxonomia e biologia do gênero de formigas Megalomyrnex. O estudo visa delimitar as espécies e propor uma hipótese para as relações de parentesco entre as espécies usando uma abordagem integrativa através do estudo morfológico, comportamental e molecular. Além disso, o trabalho tem o objetivo de mapear e entender a distribuição das espécies assim como a importância das interações com outros organismos e com o ambiente. Depois disso, uma série de outras questões envolvendo conservação, ecologia e comportamento poderão ser estudadas. @joudellys estuda as características morfológicas de formigas, que são um reflexo da interação dos organismos com o meio ambiente. Em larga escala, estas interações também podem ser um fator importante para a distribuição das espécies na floresta amazônica, evidenciando padrões até então desconhecidos para invertebrados e ajudando a inserir os insetos em modelos preditivos de cenários diversos para a Amazônia Brasileira. #mimhapesquisacapes #science #brazil #Amazonia #ants #ecology #taxonomy

Uma publicação compartilhada por AntMor (@antmor.lab) em

#existepesquisanobr e eu também faço parte dela! Sou bolsista de Iniciação Científica do Laboratório de Citogenética e Evolução da UFRGS. A minha pesquisa se insere no ramo da pesquisa básica, ou seja, aquela que teoricamente não tem uma aplicação direta, mas não quer dizer que ela é menos importante. O foco da minha pesquisa é compreender a evolução morfológica de espécies de roedores subterrâneos do gênero Ctenomys, popularmente conhecidos como tuco-tucos. A área que a minha pesquisa se insere é denominada Biogeografia, onde estudamos a distribuição das espécies através do tempo e espaço. Através dessa abordagem, buscamos compreender através do conhecimento das variáveis ambientais (por ex: temperatura), variáveis históricas (rios, mudanças geológicas) e diversidade genética, como esses fatores podem estar influenciando a evolução morfológica das espécies. Por que estudos como esse são importante? Além de entender a história evolutiva das espécies elas podem ter uma relevância para os processos evolutivos como um todo. Além disso, sabemos que é cada vez maior o impacto que a espécie humana tem de alterar negativamente os ambientes naturais de espécies endêmicas. Sendo assim, verificar como a morfologia da espécie está respondendo ao seu ambiente através das variáveis ambientais pode ajudar a entender o que pode acontecer em um cenário ainda mais trágico de mudanças climáticas #ciênciasemcortes #minhapesquisacapes #mulheresnacienciabr #mulheresnaciência #womaninscience @mulheresnacienciabr

Uma publicação compartilhada por Thamara de Almeida (@thaas_) em

#minhapesquisacapes #capes #pesquisa #mestrado #doutorado #pósdoutorado

Uma publicação compartilhada por Aline de Menezes Bregonci (@alinebregonci) em

É importante que continuemos a resistir. Não consigo acreditar na suposta promessa do nosso digníssimo presidente golpista de que, caso falte verba para as bolsas, ele se responsabilizará em mantê-las. Temos de nos organizar e lutar pelos nossos direitos. Para mostrar que o que fazemos é importante, a hashtag #existepesquisadornobr surgiu no twitter e trago minha contribuição aqui. Trabalhei com extração de biomoléculas da biomassa de *Chlorella vulgaris* desde a iniciação científica, e junto a minha orientadora, descobrimos a presença de lectina, o que levou a produção de uma patente acerca do método de obtenção e purificação dessa proteína, ainda não descrita com detalhes em microalgas. No mestrado, que estou prestes a concluir, tive como objetivo principal avaliar a influência dessa lectina em larvas do mosquito da dengue, que é vetor de pelo menos mais outras duas arboviroses. Obtivemos resultados muito bons, que com certeza contribuirão pra elucidar um novo método biodegradável de controle do vetor. E essa pesquisa é, assim como outras milhares, importante para o avanço científico e tecnológico no nosso país. Não podemos deixar a ciência morrer. #minhapesquisacapes #naoaocorte #acienciavive #mulheresnaciencia #mulheresnacienciabr #cienciaqueeufaco #sosciencia

Uma publicação compartilhada por Vivianne Cavalcanti (@vivianne_cavalcanti) em

Me chamo Frederico Silva Castelo Branco, sou farmacêutico, mestre e doutor em Química. Trabalho há 11 anos na Fundação Oswaldo Cruz – FIOCRUZ, onde pesquiso novas substâncias que possam curar diversas doenças negligenciadas, as quais matam milhares por ano e atingem, principalmente, a parcela mais pobre da população, tais como a tuberculose, a doença de Chagas e a leishmaniose. Muitas dessas substâncias são muito promissoras e estão em estágio de desenvolvimento preclínico. Meu trabalho pode ajudar a salvar milhões de vidas em todo o mundo. Durante a minha formação tive bolsas do PROUNI, CAPES e CNPq, que me ajudaram a chegar onde cheguei e a alcançar os resultados que as minhas patentes e publicações apresentam. Muito embora nós, cientistas, não tenhamos o reconhecimento da população e dos governantes, lutamos duro, todos os dias, para levar esperança àqueles que sequer têm condições de entender a importância do nosso trabalho. Pois ser cientista é um ato de amor ao próximo, um ato de amor à humanidade. O que pedimos é muito pouco: respeito ao nosso trabalho e condições para trabalhar. O corte das bolsas da CAPES será um golpe de misericórdia na ciência, cada vez mais sem recursos no Brasil. Hoje o nosso governo está destruindo a pesquisa científica no país e levando junto a esperança de muita gente que depende do nosso trabalho. Até quando? Um corrupto não é apenas um mercenário, é um assassino em série! Quantas vidas são perdidas com a corrupção? Quantas vidas serão perdidas com a falta de visão da importância da ciência? Não vamos permitir que matem a ciência do Brasil e matem o futuro da nossa nação! #MinhaPesquisaCAPES #existepesquisanobr

Uma publicação compartilhada por Maria do Carmo Antunes Silva (@mcarmoantunes) em

#Repost @hanna_aisha • • • A CAPES financiou meu primeiro pós doutorado por quase 4 anos. A ideia geral do projeto era entender como o sangue ingerido pelo barbeiro (inseto vetor da Doença de Chagas) modulava uma sinalização essencial (envolvendo radicais livres) para sua digestão. Entender a digestão do sangue em insetos vetores de doenças contribui para o entendimento do ambiente que um patógeno enfrenta, permitindo desenvolver intervenções para bloquear a transmissão de doenças por vetores. @mulheresnacienciabr #existepesquisanobr #mulheresnaciência #minhapesquisacapes #vidadepesquisadora #ciencia #ciencianobrasil #posdoc Essa foto é de 2017, onde eu fiz uma apresentação oral e de pôster de uma parte do meu projeto (hoje publicado) no EMBO Redox Biology, em Moscou.

Uma publicação compartilhada por MulheresNaCiência (@mulheresnacienciabr) em

Hoje eu quero pedir muita atenção de vocês para esse post! ❗Quem me acompanha por aqui sabe que todos os textos que eu faço são embasados em evidências científicas, e que toda a montanha de conhecimento da humanidade deve-se a muito trabalho, pesquisa e experimentação. Pensando em saúde materna e infantil, como seria se não tivéssemos vacina contra o sarampo? Se não tivéssemos desenvolvido equipamentos de UTI neonatal? Se não soubéssemos tratar infecções? Se não tivéssemos descoberto anestesias e técnicas cirúrgicas? Se hoje ainda não soubéssemos da associação entre zika e microcefalia? Se não tivéssemos como fazer qualquer exame diagnóstico? Enfim, quantos de nós e de nossos filhos estariam aqui se não fossem por tantas descobertas e desenvolvimento? Pronto, ninguém nega que investir em pesquisa científica e inovação é essencial para a humanidade. 🔬Pois aqui no Brasil, com o atual montante destinado à ciência e tecnologia para 2019, a partir de agosto o pagamento de todas as bolsas científicas da CAPES estará suspenso! Vale lembrar que a maioria absoluta da pesquisa brasileira é feita por bolsistas que têm dedicação exclusiva aos seus laboratórios. Se isso não mudar, o cenário da pesquisa brasileira, já fragilizado, será estarrecedor. E como cada brasileiro pode ajudar? Divulgando, pressionando o atual governo, pressionando seus candidatos e cobrando que depois de eleitos eles invistam em desenvolvimento científico, tecnológico e em inovação. . ✔P.S.: lembrando que aqui eu não defendo políticos (jamais 😅), mas sim políticas de apoio ao desenvolvimento de pesquisa em nosso país (independentemente de quem for eleito). Temos muuuita gente competente, muita capacidade, muita vontade de evoluir. Só nos falta investimento! #minhapesquisacapes #capes #mulheresnaciencia #mulheresnacienciabr

Uma publicação compartilhada por por Rossana Soletti (@maternidade.com.ciencia) em

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.