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Se você é mais um dos pais que não sabe mais o que fazer com seu filho “viciado” em Minecraft, aceite, como eu, as novidades educacionais do jogo que é mania dos pré-adolescentes do mundo todo e vamos nos unir para tirar proveito dele.

Já contei aqui que meus filhos (de 10 e 12 anos) AMAM o tal LEGO virtual e que eu até vejo algumas coisas positivas no jogo.

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Mas ao ler uma reportagem sobre como Minecraft tem sido usado para criar réplicas de monumentos, cenários de filmes e cidades, relembrei de muitos papos que tive com eles nestas férias, dos projetos que eles têm de recriar pontos turísticos brasileiros, projetos de arquitetos famosos e mil outras coisas que eu não pensava quando tinha esta idade.

E construir não é tudo. No oartigo cita-se o uso que o professor de uma escola em Nova York faz do jogo para ensinar biologia, passeando virtualmente com seus alunos em uma área ampla e arborizada toda sexta-feira pela manhã , lançando ao final da aula um desafio: “Usem materiais da natureza e construam o que a imaginação permitir”.

Como no jogo de construção de blocos é possível montar praticamente qualquer objeto, de pequenas casas a grandes castelos e cidades inteiras, as possibilidades educacionais são infinitas.

A surpresa é saber que o jogo tão novo (lançado oficialmente em 2011) já tem mais de 40 milhões de usuário e foi adotado por quase mil escolas do mundo. Parei para pensar e conclui que, de fato, até as “carésimas” aulas de robótica educional (meu filho fez, por isso sei que são caras e elitistas) podem ser facilmente substituídas no começo do processo por Minecraft. E com muitos ganhos. Os meninos já me mostraram reconstruções de cenários de livros e filmes que adoramos – do meu Game of thrones aos nossos Hobbit e Senhor dos Anéis passando por Harry Potter e Jogos Vorazes – que aproximam a literatura e a história da vida deles, assim como comprovam para mim diariamente o quanto o jogo ajuda na fixação de conceitos de matemática e de inglês, por exemplo.

Nasceu então o projeto MinecraftEDU, que vende a versão especial do game com 50% de desconto para escolas.

Falta algo para seu convencimento? Pois veja isso: Minecraft também virou base para projetos sociais e até 2016 a ONU pretende revitalizar mais de 300 espaços urbanos no mundo com a ajuda do jogo, no projeto Bloco por Bloco, coordenado pelo escritório da ONU para desenvolvimento urbano e ambiental, Habitat. O objetivo é envolver jovens na recuperação de áreas abandonadas, recriando os locais são recriados dentro do game e convidando os jogadores a modificá-los virtualmente para ver como o espaço ficaria.

Eu, depois desta (como se precisasse de muito), fiquei praticamente convencida a deixar que os meninos joguem “um pouquinho” todo dia, depois das tarefas escolares e sem comprometer o tempo livre e o descanso noturno. Vejam que perigo, promessa pública!

😉

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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