Meu nome é Yuba

Já divulguei este filme no blog Nihon Nikkei , mas não resisti e estou falando dele aqui também. A idéia é tão fantástica que me pegou de surpresa.

Imaginem uma comunidade onde a cultura e língua japonesa são preservados pelos moradores. Ok, até aqui, parece possível, mesmo no século XXI. Afinal, eles estão em Mirandópolis, a 600km de São Paulo. Mas a Comunidade Yuba persiste até os dias de hoje sob o lema “Cultivar a terra, rezar e amar as artes”. O mais interessante é que as 60 pessoas (dentre elas a menina que está na foto ilustrativa) que lá vivem num regime sui generis dividem tarefas e ninguém recebe salário. Todos têm casa e comida garantidas e fazem suas refeições juntos, num grande refeitório. Mesmo após tantos anos no Brasil, os moradores preservam a cultura e a língua japonesa e todos contribuem para o bem-estar coletivo.

Estas características chamaram atenção de Bruno Castanho e Juliana Kirihata, que assinam o roteiro e a direção do documentário “Meu Nome é Yuba”, que será hoje às 23h, na Reserva Cultural (Av. Paulista, 900 – Térreo Baixo).

Exibição Inédita

  • 13 de junho, sexta-feira, a partir das 23h
  • Reserva Cultural
  • Av. Paulista 900 (Térreo Baixo)
  • Ingressos a R$ 10,00
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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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