Você já foi ver Megamente? Fomos conferir e gostei

Você já foi ver Megamente? Fomos conferir e gostei. Foge do maniqueísmo, a eterna luta do bem e do mal com final previsível que é hábito dos roteiristas de filmes infantis, trazendo-nos a chance de reconhecer a redenção e múltiplas alternativas para todos.

Em alguns aspectos me lembrou Meu malvado favorito, com a vantagem de ter efeitos muito bons e uma trilha sonora especialíssima, feita para os jovens amantes do “rock clássico” – os jogadores de rock band – que completam o filme e o tornam realmente adequado a todas as faixas etárias.

#recomendo

E no vídeo #aos10 e #aos8 dão sua opi nião na saída do cinema.

Trailer e sinopse do filme:

“Megamind” (Will Ferrell) ganhou uma reputação de ser o supervilão mai brilhante que o mundo já conheceu. Ao longo dos anos, ele tentou conquistar Metro City em todos os sentidos imagináveis. Cada tentativa foi um fracasso colossal, graças ao super-herói conhecido como “Metro Man” (Brad Pitt), , desde os seus dias em fraldas. Parece que a modelo nunca vai acabar até o dia Megamind realmente mata no meio de um de seus planos do mal remendada. De repente, apesar de ter derrotado seu inimigo, Megamind percebe que ele não tem nenhuma finalidade, tornando-se um supervilão sem um super-herói. Ele percebe que alcançar a ambição de sua vida é a pior coisa que já aconteceu com ele.

Megamind decide que a única maneira de sair de sua rotina é a de criar um adversário novo herói chamado “para fora” Titan de um ex-cinegrafista chamado Hal (Jonah Hill), que tem uma paixão amarga e unreciprocated na bela repórter Roxanne Ritchi (Tina Fey). Titan inicialmente promete ser maior, melhor e mais forte do Metro Man sempre foi. Pretty rapidamente Titan começa a pensar que é muito mais divertido ser um bandido do que um cara bom, exceto Titan não quer dominar o mundo, ele quer destruí-lo, e quem fica em seu caminho. Megamind, auxiliado por seu companheiro de infância Minion (David Cruz), em seguida, pede para parar Titan, iniciando um caminho para a redenção do processo.”

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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