Sábados da Memória das Artes Gráficas com Maurício de Sousa #eufui

O post de literatura (que estou fazendo aqui todo sábado à tarde, num esquenta da FLIP) foi convertido numa tarde deliciosa na @spbiblioteca que finalmente conhecemos graças à tarde de memorias do @mauriciodesousa.

Deixo aqui os trechos que gravei da conversa que fez parte dos Sábados da Memória das Artes Gráficas. O criador da Turma da Mônica é o 11º homenageado do inédito projeto de resgate da memória das artes gráficas no Brasil – já passaram pelo auditório da Biblioteca de São Paulo Zélio Alves Pinto, Rodolfo Zalla, Jal, Sonia Luyten, Luiz Gê, Laerte, Fernando Coelho, Jô Oliveira, Spacca e Elifas Andreato. Além do depoimento, que renderá um caderno biográfico a ser vendido a preço de custo na BSP, Maurício de Sousa também deixou a marca de sua mão em uma lajota de concreto que, posteriormente será aplicada em um totem da fama dentro da Biblioteca.

Ah, o criador da turma é uma figuraça quando vista bem de perto em petit comité (eu já tinha tido a honra de estar em outros eventos ao mesmo tempo em que ele, mas hoje foi especial por ser um grupo menor) o que permitiu ver nuances da sua personalidade. E ele tuita de verdade, aliás, é fã da rede social à qual se refere com certa frequência, com os olhos no futuro que está acontecendo agora – e, pelo que vi (fiquei com vergonha de perguntar), ele usa um Blackberry Curve!

Neste trecho Mauricio fala sobre sua recusa em avaliar concursos de desenho infantil e reafirma a importância do desenho livre até a formação do próprio estilo, que só acontece na adolescência.

Neste trecho Mauricio conta da relação dos seus pais e professores com sua “mania de desenhar” e o professor de matemática que foi retratado num cartoon e acabou sendo o grande motivador de sua mudança de Mogi para São Paulo aos 17 anos.

Neste trecho Mauricio responde ao mediador à pergunta dos quadrinhos americanos:

“O que aconteceria se…”

… e se ao ouvir o conselho de um dos maiores entendidos de desenho e cartoon da década de 1950 dizendo para deixar a arte de lado Mauricio tivesse mudado de área? Saiba como isso não aconteceu. 😉

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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