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Depois de estudar por seis anos no Japão, retornando ao Peru, o PhD. Marino Morikawa descobriu que um dos locais preferidos da infância, estava praticamente condenado a desaparecer: a lagoa de Chancay, estava coberta por “alface aquático “, uma erva daninha que reduz a biodiversidade dos rios, formando uma massa compacta na superfície da água que impede a passagem de oxigênio.

Os moradores locais, o advertiam que se entrasse no rio, ele poderia ficar doente, mas mesmo assim ele, instalou uma série biofiltros artesanais na lagoa, pagos com recursos próprios, na intenção de restaurar a qualidade da água.

Morikawa calculou que o processo iria demorar cerca de seis meses, mas em quinze dias, setenta espécies de aves e três peixes reapareceram no lugar.

Atualmente, o cientista está determinado a fazer o mesmo no rio Chira e no lago Titicaca, segundo ele, poderiam ser recuperadas em apenas seis meses.

Ficamos aqui torcendo para que está tecnologia chegue rapidamente em solo Brasileiro.

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Christina Santos

Christina Santos, química, com especialidade em pesquisa e desenvolvimento de cosméticos, adora gatos e pipoca e tem grande interesse em meio ambiente, e sustentabilidade corporativa.

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