relacionamentos

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Há algumas semanas ganhei de presente o DVD do clássico dos anos 1980 De volta para o futuro. Passamos horas divertidas assistindo em família e foi gostoso ver que meus filhos não sentiram vontade de “voltar no tempo” para mudar algo do passado e com isso mudar seu presente e futuro. Dias depois me deparei com este trecho:

“Desejo a máquina do tempo para que não haja o havido e eu recomece misericordiosamente.”
Adélia Prado

Até ir morar fora do Brasil e, enfim, ter a sensação de que minha vida me pertencia, eu admito que às vezes pensava nesta máquina do tempo. Mas depois de tantas aventuras, alegrias (e tristezas, também), mas acima de tudo de tanta vida, eu não zeraria mais minha vida. E, acima de tudo, depois de ter os meus filhotes, eu não trocaria mais um minuto da vida. Às vezes a gente precisa viver a história inteira para compreender o significado de cada momento dela, não é mesmo?

E você, gostaria de uma máquina do tempo?

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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