cidadania / empreendedorismo

soho.jpgAchei um texto bem legal sobre Home Office no blog do Rodrigo Muniz e deixo trackback aqui. Interessante por comentar um fator psicológico que pesa em quem decide trabalhar em casa: a solidão. A gente tem muito contato telefônico ou virtual (dependendo da área), mas falta o contato humano mesmo, a paradinha para o cafézinho em que se joga uma conversinha fora e o tempo de espairecer. No meu caso, sinto falta também de me arrumar, me transportar, até de ouvir bobagens do Heródoto falando do Timão dele com a Katia Tofoleto na CBN… acreditem, ouvir CBN em casa não funciona bem, algumas coisas foram feitas para o horario de rush!

Resolvi seguir o conselho do Ale e do Wagner e inseri a notícia no Rec6 – devo dizer que eu sempre gostei de inserir notícias dos outros, mas quando chegava lá os caras já tinham postado e acabei perdendo o hábito. Lá achei um outro texto sobre o tema, no blog do Rafaelle explicando como criar um home office. Eu já falei sobre o tema e contei que trabalho em casa desde que voltei do Japão, em 2000 e minha experiência me faz notar que o algumas dicas dele não dariam certo. É imprescindível que o escritório em casa seja num ambiente próprio, organizado (dependendo do jeito de cada um, eu sou uma bagunceira de marca maior na vida real, só consigo ter organização e “taxonomia” no mundo virtual) e principalmente à prova de ruídos. Não é só porque eu tenho filhos e a empregada pela casa o dia todo, mas porque é necessário que você tenha a noção de fechar o expediente em alguma hora. Como conseguir isto se sua mesinha compacta ficar debaixo da escada, no canto do seu quarto ou o notebook ficar na mesa da sala?

Vale a pena seguir algumas dicas, como as práticas do Léo Baiano em aumentando a produtividade em um home office (que aliás, também se posicionou sobre a polêmica de se cadastrar as próprias notícias no Rec6) e investir para ter um espaço que possa lhe garantir produtividade e qualidade de vida. Se o imóvel onde mora é seu, vale uma reforminha para criar um ambiente próprio (por exemplo, já testei e não funciona usar o “micro” quartinho de empregada sem janela), se é alugado, talvez compense alugar um maiorzinho para ter este local. Certos gastos são na verdade bons investimentos e creio que até meu guru financeiro Navarro concordaria com o que eu falo (risos).

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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