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Mas em 2016 ainda se vê editorial de moda autorizando a gente a repetir looks porque “está na moda e é chique”!

Vivemos num mundo no qual precisa de guia para justificar que repetir roupa é elegante?

Definitivamente eu não sou desse mundo!

Mas enfim… A chamada que vi era para falar que não precisamos nos endividar para ter uma roupa nova a cada evento e para contar um pouco de um movimento que eu gosto e apoio, então, está valendo e merece vir pra cá: o lowsumerism.

O conceito não é exatamente novo, mas se tornou popular com o vídeo da Box 1824 (empresa de pesquisa especializada em tendências de comportamento e consumo) que reflete e contextualiza o “consumo” e o ato de comprar, propondo uma série de questões diante de uma iminente nova compra:

1) Preciso disso?

2) Posso pagar por isso?

3) Estou comprando para afirmar minha personalidade?

4) Sei de onde veio isso e para onde vai?

5) Estou sendo iludida pela propaganda?

6) Esta compra prejudica o planeta?

7) Quantas compras como esta o planeta suporta?

Depois destas perguntas, eu mesma mudei minha visão sobre o que tenho feito com as peças de roupas que não uso mais, com meus livros e tantas outras coisas que ou eu simplesmente doo na igreja ou guardo no maleiro.

Ativei minha conta no site #repassa, uma startup que conheci há alguns dias e que tem uma visão de consumo colaborativo que me agradou muito porque, além de ter uma estante virtual para divulgar meus itens sem uso, eu posso acumular comissões e usá-las não só para novas compras, mas também para doar a instituições conveniadas.

Super do bem, né?


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