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Com a previsão de clima feio e a volta para casa mais cedo ontem – #aos11 teve compromisso na escola e #aos8 teve uma alergia alimentar – passei na locadora. Sim, ainda existe locadora de vídeo, apesar da internet, da TV a cabo, de tantas facilidades da vida atual – e a única que sobrou aqui na região costuma encher nos finais de semana chuvosos e frios.

Tentei encontrar filmes que a gente pudesse ver em família: peguei O Turista (com Angelina Jolie e Jonny Depp), que eu tinha assistido (e gostado) numa viagem aérea e os meninos indicaram dois infantis que já tinham visto na colônia de férias: Marte precisa de mães e Gnomeu e Julieta (os meninos curtiram os dois, nós gostamos mais de Marte precisa de mães!).

Uma salada que está saborosa pra este final de semana chato e frio! E esta novidade de trocarmos sugestões, de aprendermos e podermos nos referenciar mutuamente, sem ter um que decide e outros que obedecem.

Devagar estamos começando a nos preparar para uma fase de maior autonomia dos nossos filhos – no sábado passado almoçamos na casa de um casal amigo e os filhos tinham compromisso, fomos sozinhos, o que foi uma imensa novidade para quem sempre estava com os filhos nos últimos onze anos!

E o outro filme da leva era uma preparação para esta fase: Minhas mães e meu pai (The kids are all right”). O filme, sobre o qual eu já tinha falado aqui, tem como pano de fundo um casal de lésbicas e o pai biólogico (o que seria doador anônimo da fertilização que as engravidou de duas crianças), mas na verdade trata da acomodação natural dos casais, da vida em família e dos momentos em que o ninho começa a esvaziar – os filhos têm 15 e 18 anos, duas fases nas quais os jovens buscam autonomia, mas ainda com a segurança do lar – e das escolhas que fazemos no cotidiano e um dia aparecem como um panorama consolidado no qual estamos inseridos.

Não é um filme para ver com as crianças (na verdade, eu não me sentiria à vontade nem para ver com adolescentes), mas é uma boa reflexão para os adultos e para quem vive um relacionamento longo (casamento, eu diria) ou para quem  optou por não constituir família se colocar no papel do cara que se surpreende com dois filhos grandes e pensar no “what if”. Recomendo!

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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