Separar-se dos livros

image_00714.jpgGanhamos uma série de livros no Natal e confesso que ainda não encontrei lugar para eles nas estantes de casa. Estou pensando em aumentar as estantes, quando na verdade deveria pensar em me desfazer de alguns títulos. No entanto, não consigo ser desprendida como a Lunna, que me contou que todo final de ano (embora ela diga que estas datas como final de ano não significam nada, no final do ano me disse que fez uma limpa geral em suas coisas) ela se desfaz da quase totalidade dos livros que leu no período. Tenho um carinho enorme pelos meus livros, minhas anotações neles (sim, são cheios de canetas marca-texto e anotações pessoais a lápis) e gosto de voltar a eles de vez em quando. Por estas manias, gosto de ler os meus livros, tenho uma dificuldade imensa com empréstimos, porque exigem o cuidado (minha irmã mais nova, por exemplo, é gosta que os devolva como novos e sofro ao ler os livros dela) e, pior, a separação!

Mas ela é necessária, é fato e e tento fazer isto às vezes, já fiz trocas em comunidades do orkut e doações a escolas. Antes de mudar para São Paulo doei alguns livros da adolescência a um menino, filho da porteira do condomínio e uma pessoa com muito potencial para se tornar um grande ser humano. Um dos livros era Cem Dias Entre Céu e Mar, de Amyr Klink, que li por obrigação para escola aos 15 anos. Pois, vejam que ironia, Enzo agora quer porque quer ler este livro, descobriu o navegador e se encantou com suas aventuras solitárias. Resultado: estou eu à cata de uma edição daquelas antigas, com fotos, num sebo.

E por falar em sebo e livros, acabo de ver no msn da Marjorie, jornalista da Pais e Filhos, que ela montou um sebo no Flikr, como ela conta aqui. Achei a idéia bárbara – vejam, para os desprendidos, não para gente como eu- e quem quiser visitar está no Sebo da Marjorie ou no Estante Virtual.

P.S. Os livros que eu ganhei: De A-Ha a U2, Zeca Camargo, Como realmente amar seu filho, Ross Campbell, Rota 66, Caco Barcellos, Frutos do Espírito Santo, Phillip Keller, Crônicas de Viagem, Cecília Meireles, Mistério do Casamento, Mike Mason.

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.