Duas visões sobre literatura no Brasil

O modo como você lê está mudando. Já mudou. Assim Alessandro Martins tratou no Nossa Via sobre as mudanças no formato de leitura, num texto muito agradável. Ale e eu já trocamos idéias em outros comentários sobre este livro – Bilhões e Bilhões (de Carl Sagan, editora Companhia das Letras, com resenha interessante aqui). Quando o li foi um divisor de águas em algumas concepções que eu tinha como recém-formada e recém-chegada no Primeiro Mundo.

Acredito no prognóstico (diagnóstico) do nosso professor de faculdade, o blogueiro de papel Cristóvão Tezza: a internet, mesmo com internetês, está salvando esta nova geração e remendando gerações passadas. Graças a ela não corremos mais o risco de sermos agráfos, ela permite que meu filho leia os e-books antes de ver o filme e que ele blogue sobre o que pesquisa na escola. E, melhor, ele pode ter uma troca com os autores que lhe interessam que não tem precedentes na história pregressa das gerações de leitores da sua família! Como não louvar o instrumento que nos traz tudo isso?

No outro extremo, voltando ao Quinhentismo, Lunna Guedes continua a série de artigos sobre literatura no Brasil iniciada com A chegada das letras ao Brasil, tratando do “Diálogo da Conversão de Gentio” e parte da missão de Pe. Manuel da Nóbrega com suas “As Cartas do Brasil”.

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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