Literal ou figurativa, como uma viagem traz felicidade!

Na preguiça (muito boa) deste feriado me vi divagando sobre viagens em três fotos compartilhadas no Instagram.

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De Talita (@talitaribeiro), amiga que AMA viajar, jornalista especializada na área, enaltecendo a chance de se rever nas viagens.

A viagem

“Como é bela uma asa em pleno vôo
Uma vela em alto-mar…
Sua vida – toda ela! – está contida
Entre o partir e o chegar.”

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E como a viagem não precisa ser literal, ligando-nos a diferentes pontos geográficos, em seguida vi a foto de Marcie (@marcie14), que considero uma “viajante profissional de turismo acidental” (porque sempre brinda a timeline com achados de suas viagens a trabalho), a frase que dá nome a uma exposição em Paris e que cala fundo em mim:

L’ecriture est un voyage”

A escrita é uma viagem por si, sem pausas, sem chegadas ou partidas, ela flui e tem seu tempo dentro de mim como as melhores viagens devem ter. E como num feriado de horários livres, vivido sem pressa nem obrigações acontece, a escrita mental ou concretizada na tela ou no papel me faz viver o que sonho e o que revivo, numa mescla de passado e futuro que alegra meu presente.

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E por fim, para completar, Guimarães Rosa, citado por Luciana (@lusecco):

“Felicidade se acha é em horinhas de descuido.”

🙂

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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