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No final do ano, em miniférias, peguei o leitor digital do meu filho e procurei uns livros gratuitos na loja virtual. Achei 12 anos de escravidão, o livro que deu origem ao filme super indicado ao Oscar em 2014 (nove categorias, incluindo todas as principais – melhor filme, ator, diretor).

O livro, escrito por Solomon Northrup no século XIX, conta sua história real: negro que nasceu e cresceu livre, ele foi capturado em 1841, levado para o Sul dos Estados Unidos, e escravizado, passando 12 anos longe da família. Sofre o diabo até conseguir ser libertado.

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Sinceramente, se não fosse a internet e os e-books gratuitos, possivelmente eu não leria esta obra (curta, direta, esclaredora, como o filme, sobre o qual Aline Kelly escreveu review no blog).

Por isso, ao ver a notícia de que os acervos da Biblioteca Brasiliana Guita e de José Mindlin, doados à USP, estão disponíveis gratuitamente no site brasiliana.usp.br, fico feliz. E considero um achado que a gente deveria replicar e comentar, divulgando.

São livros raros, documentos históricos, manuscritos e imagens disponíveis para download que podem inspirar cineastas, diretores de TV e tantos outros atores sociais que farão bom uso da nossa história, como Steve McQueen fez com o filme.

Saiba mais:

O acervo do projeto foi digitalizado à partir das obras da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, que pertence à USP. Foi criada, em janeiro de 2005, para abrigar e integrar a brasiliana reunida ao longo de mais de oitenta anos pelo bibliófilo José Mindlin e sua esposa Guita. A coleção foi doada pela família Mindlin à USP. São cerca de 17.000 títulos, ou 40.000 volumes, mas nem tudo ainda está digitalizado. Parte do acervo doado pertencia ao bibliófilo Rubens Borba de Moraes, cuja biblioteca foi guardada por Guita e José Mindlin desde a sua morte.

O objetivo do projeto de digitalização do acervo é tornar irrestrito o acesso aos fundos públicos de informação e documentação científica sob sua guarda.

Sobre o leitor digital:

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Como já contei aqui, eu uso o iPad para ler. Não tinha outro, me habituei e como o levo para todo lado, é prático, pois não preciso carregar outro gadget. Mas no Natal meu filho ganhou da avó um Lev, da Saraiva, de presente de formatura de Ensino Fundamental. Estou gostando muito do modelo, é leve mesmo (190 gramas), prático, tem luz se for necessário mas a tela também fica neutra quando não precisa. E, uma coisa ótima hoje em dia, não tem perigo da gente se distrair lendo porque, embora seja wifi e navegue na internet, é só na loja para buscar outros títulos. Nada de e-mail, facebook, amigos no chat!

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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