A paternidade resgatando o afeto masculino #FathersDay

Quando morava Tóquio tive a alegria de passar um “Father’s Day” com meu pai me visitando em meu lar japonês, na terra dos pais dele e exatamente no dia do seu aniversário. Desde então esta data (comemorada no terceiro domingo de junho em vários países) se confunde para mim com o aniversário do meu pai, 18 de junho (e, em outra coincidência, Dia do Imigrante aqui no Brasil, comemorando a chegada do navio Kasato Maru, que trouxe os primeiros imigrantes japoneses ao Brasil).

Hoje vi na fanpage de LEGO esta imagem do vilão de Star Wars, Darth Vader, com seus filhos Leia e Luke Skywalker, e refleti sobre o significado que a chegada dos filhos têm para os homens.

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Como Vader dizia no update, o presente pouco importa… Amor dos filhos é “tudo que eu queria” “just what I [always] wanted).

Quem é fã da saga e sabe a história de Anakin avalia o quanto o amor de pai e filho era “exatamente o que [ele] queria”. Isso me leva a pensar se amor de mãe basta (ele tinha só a mãe né), se um mentor pode substituir parte do papel de pai (ele teve Obi-Wan Kenobi) ou um grande amor pode salvar quem cresceu carente de aceitação (Padmé salvou-o da escravidão e se apaixonou por ele).

Para muitas pessoas que cresceram com pouco amor, mas não foram totalmente privadas dele, me parece que é nos filhos e em seu amor incondicional que esta salvação acontece.

E vocês, o que acham?

P.S. Para animar, olhem este vídeo fofo:

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.