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No ‪#‎diadojornalista‬ o Kaluan Boarini Bernardo indicou o mesmo livro que Ester Carolina.

Creio que nós jornalistas, mesmo atuando em áreas distintas, temos algo ligado ao compromisso com a verdade e ao dever cidadão.

E foi falando em cidadania que este jovem Mestrando em Comunicação e Contemporaneidade Cásper Líbero se apresentou para nossa roda de conversa online do Dia do Jornalista. Como Anderson Costa, Kalu é um dos coworkers do meu time mais próximo e já esteve com a gente quando era estudante (estagiando) em dois projetos, depois, já formado em outros dois. Como todos da sua geração (abaixo dos 25 anos), ele mescla bem o corporativo com a liberdade para “autogerir” seu tempo. E emendou a faculdade com o mestrado porque quer seguir uma carreira acadêmica ao mesmo tempo em que atua no mercado – atualmente ele é um dos nomes que nos encantam no Projeto Draft.

“Hoje, como jornalista, me vejo mais como cidadão do mundo que quando entrei na faculdade. Se naquela época minhas grandes preocupações eram seguir bem regras antigas e ter textos bem escritos, hoje sinto mais a responsabilidade de contar histórias boas e positivas para, quem sabe, ajudar pessoas a verem um mundo bem melhor.

Escolhi essas 2 obras, A Sangue Frio, do Capote, e Os últimos soldados da Guerra Fria, do Morais, que li no 3 ano da faculdade. Apesar de terem histórias tão tensas quanto o vermelho da capa, são obras – primas dos livros reportagens. São aqueles trabalhos que te dão uma baita vontade de querer contar boas histórias.”

 

P.S. O Kaluan já colaborou no A Vida Como A Vida Quer, leia os textos dele: Afinal de contas, quem são os jovens?O meteoro Tim MaiaPesquisador fala sobre o impacto de tablets na educação infantil.


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