Com tablets e smartphones, as pessoas terão uma relação ainda mais íntima com o consumo e a comunicação

A chamada, por meio de foto que subi no Instagr.am, instantâneo de nosso feriado em família, é para comentar o especial que a revista Época trouxe sobre os tablets, “Um Mundo Pós-PC“. Antes de indicar a leitura (que recomendo sim, por ser um apanhado interessante sobre a evolução dos gadgets), vale registrar que do início ao fim, apesar de ter PC no título, o artigo é um “publieditorial” da Mac e uma ode à genialidade de Steve Jobs, começando pelas fotos (quatro pessoas, de idades diferentes, usando tablets que, por acaso, são todos iPads) e chamadas.

Mas o que me chamou a atenção de fato foi a entrevista com o especialista em tecnologia móvel Horace Dediu, do blog Asymco. Na verdade é ele quem explica o fim dos PCs – e sobretudo do mouse – com o advento dos tablets. Segundo Dediu, “as crianças que estão nascendo hoje vão crescer sem nunca terem usado um mouse” e elas têm sorte porque, afinal, “comandar as telas usando somente os dedos é muito mais intuitivo do que usando um meio indireto”. Mas sobretudo, para nossa geração (a que se ajusta a diversas tecnologias nas últimas duas décadas), a mudança é do local e da situação em que usamos a tecnologia. Hoje o fazemos em pé, na companhia de outras pessoas, em viagem ou deitados e relaxados… tecnlogia voltou a ser lazer, como quando surgiram os rádios de pilha e os walkmans. É, como diz Dediu, uma mudança na forma como consumimos a tecnologia e a comunicação – e se você parar para pensar, ela já começou aí na sua família, mesmo que você não tenha notado!

“Com tablets e smartphones, as pessoas terão uma relação ainda mais íntima com o consumo e a comunicação” @asymco

E se você ficou curioso sobre o que é possível fazer com os aparelhinhos, vale ver a lista (bem organizada) de aplicativos que o especial da revista preparou: ela vai te convencer a aumentar a lista de ícones no seu smartphone/tablet ou a apressar a aquisição “daquele” sonho de consumo para poder usar estas facilidades no cotidiano. 😉

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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